Dy Lorde, Vida de Reflexão:
Dy Lorde, um observador crítico da vida, reencontra pessoas do passado e reflete sobre os relacionamentos de aparência, as ilusões do amor e o peso do sistema que controla a sociedade. Entre diálogos simples e ditados filosóficos, ele mostra que aprendeu com os erros, escolheu a paz e estar sozinho com sua companhia, consciente, e transforma cada encontro em lição de sabedoria para o leitor.
História criada é escrita por Edivaldo Lima.
Contos de Histórias
Gênero: História de vida, Crônica filosófica
personagem principal: Dy Lorde personagem secundário: Barro velho,Velho Amilto,Camila,Berenice,Agnaldo (da Raylux).
[O Silêncio e a Reflexão:
Sentado no apartamento, lendo o livro intitulado "Jamais Me Apaixonei", Dy Lorde tentava se concentrar e refletir sobre a ideia de nunca mais se apaixonar.
— Apaixonar enlouquece o homem. Se não se cuidar, se impor, vira submisso de uma mulher. Jamais seja bonzinho com a mulher; colocar rédeas faz a diferença na relação. Respeite e tenha o respeito dela. Tratar ela com amor é válido, mas tratá-la na cama como um homem diferente, de uma forma que ela nunca se sentiu mulher, faz toda a diferença. Jamais transe por transar; mantenha o diálogo antes de uma transa pegar fogo.
Sempre levei isso nos relacionamentos, mas hoje me blindei de relacionamentos tóxicos que já passaram pela minha vida. Caramba, ainda tenho uma lista de contatos de mulheres… Se eu fosse contar, ficaria o ano inteiro citando o nome de cada uma delas. Há!... Há!... Há!... Dava para contar nos dedos quem realmente foi um verdadeiro amor.
Na cama, a mulher jamais terá vergonha do homem por quem se apaixona, pois se demonstra uma verdadeira safada, louca por uma transa e sem vergonha. Mas muitas vezes a mulher tem vergonha do próprio homem se, por acaso, no caminho da vida estando juntos, esse homem não for mais válido para ela. Como manter ela com presentes caros, viagens pelo mundo e restaurantes luxuosos para enriquecer o padrão social?
Na verdade, o resumo é que o amor existe quando há algo que valida os dois no relacionamento. Assim, ambos são bem vistos pela sociedade. A mulher ao lado do homem não quer um homem chamado Dy Lorde, nem José, muito menos Armando; quer um que se chame pelo nome Dólar, para garantir o status de um casal social perfeito.
Dy Lorde, Reflexão Matinal
Ao sair do apartamento, como de costume, Dy Lorde tinha que escutar asneiras do vizinho Barro Velho, que gostava de se portar como um macho alfa reprodutor. Com cinco filhos, ainda vivia preocupado em vigiar a própria mulher para não ser corno.
— Bom dia, Dy Lorde! Não vai transar hoje, hein?... he!... he!...
Dy Lorde, por educação e paciência, sorriu e respondeu:
— Bom dia, Sr. Barro Velho. O homem não precisa ser carente de sexo para provar que é homem. Muitas vezes, a carência e o vício por sexo fazem dele um homem fraco. O homem que vive o celibato e transa apenas quando realmente uma mulher deseja se deitar com ele, sem que ele a force, mostra força e respeito. Já aquele que se gaba de deitar com todas acaba se tornando patético, fraco, dependente de sexo diário para validar sua masculinidade perante a sociedade.
Conhecer uma mulher é conquistá-la aos poucos, descobrir se realmente vale a pena. As coisas mudam: a mulher que não tem sentido na vida procura homens apenas por sexo; já a mulher que tem propósito busca o homem porque gosta dele pelo que ele é. Isso a faz se sentir mulher de verdade, sem precisar ouvir o homem se vangloriar de ter feito outras mulheres se sentirem da mesma forma.
Quando a sociedade não vê um homem acompanhado de uma mulher, se incomoda. A sociedade quer que o homem siga o padrão: namorar, casar, ter filhos, para que o ciclo não acabe e continue a escravidão do sistema. Muitas vezes, sair com várias mulheres apenas por uma transa sem realmente os dois se amar de verdade como homem e mulher o amor pode trazer riscos, até mesmo de contrair uma doença grave.
— Tenha um bom dia.
Tem, um Ditado de vida amorosa que diz: “O verdadeiro homem e a verdadeira mulher sabem que o valor da intimidade está no sentimento, no respeito e na conexão — só assim o sexo deixa de ser vício e carência e se torna plenitude.”
Dy Lorde Tarde na praça:
Ao chegar na praça,Dy Lorde observa o movimento das pessoas em sua volta,vê poucos casais sorrindo por sentir amor de verdade um pelo outro percebe que muitos casais,tem o amor de aparência na sociedade que realmente quando estão sozinhos na casa tendo a convivência estão presos e cansado um do outro,por não se amar,aponto de ter discussões verbais,e contato agressivo de combate.
Que adianta um relacionamento de aparecia na sociedade sendo que o verdadeiro amor não existe.
Velho Amilto vê Dy Lorde: __Olá Dy Lorde tudo bem quanto tempo você está sumido no mundo rapaz.
Dy Lorde sorri,Ha!... Ha!... Estou muito bem sim estou em outro nível desse mundo enquanto pessoas nesse mundo estão presas canço psicologico é mental é vivendo um amor de aparecia,tentando viver um romance verdadeiro igual filmes e novelas de TV.
Velho Amilto sorri He!... He!...
__Sim isso mesmo Dy Lorde,com a berenice foi esse romance ela dizia que me amava mais tranzava com Agnaldo o cidadão da Raylux.
Dy Lorde para pensa antes de falar
__È complicado velho Armando,Raylux do cidadão valeu mais que o amor de vocês
Velho Amilto se levanta
__Vou indo ai Dy Lorde até mais
Dy Lorde observa ele sair
__Até Velho Armando tem sempre umas mulheres mais novas querendo amor
Velho Armando se vira
__O amor delas tem nome Dy Lorde conta bancaria
Dy Lorde abre seu livro intítulado “O caminho da vida longe do sistema” termina o dia lendo estudando aprendendo se tornar uma pessoa escaço mais sem perder o respeito pelos outros.
Tem um ditado de vida que Diz: “Viver de amor na riqueza sem ter o amor é falecer no final da vida sem ser amado.
Viver de amor na pobreza, se amando e se mantendo unidos até a morte, é encontrar sentido.
Ou viver sozinho, porque o verdadeiro amor começa primeiro em você: é preciso se amar para depois amar alguém que queira o seu amor.
Não há razão para amar uma pessoa que, no fim, não mostrou o amor que dizia ter.
Faça sua escolha: a vida é um tabuleiro de xadrez, e você é quem dá o xeque-mate.”
Dy Lorde – Velho Encontro na Lanchonete
Dy Lorde, sentado na lanchonete tomando um suco de uva, observa Camila chegar. Ela foi uma antiga paixão do passado, num encontro que terminou em conversas, pizza e, no final, transando.
Camila olha e sorri:
— Olá, Dy Lorde! Quanto tempo, hein? Tudo bem com você?
Dy Lorde sorri:
— Estou bem, sim, Camila. Não nos vemos desde a última vez que transamos. E você, está bem?
Camila senta, rindo:
— Ha!... Ha!... Estou mais ou menos, Dy Lorde. A vida não está fácil. Tenho dois filhos, fui traída há duas semanas... Você parece estar muito bem.
Dy Lorde observa e responde:
— Sim, Camila. Estou em outro nível da vida: sem filhos, sem preocupações, vivendo no sentido da paz.
Camila, tomando seu suco, comenta:
— Que bom, Dy Lorde. Dá para perceber que você está tranquilo.
Dy Lorde lembra do passado:
— Eu me recordo, Camila, de uma vez sentado aqui mesmo, quando uma mulher me perguntou: “Ei, Dy Lorde, você não vai casar e colocar suas sementes neste mundo?” Eu respondi: neste mundo não seria certo lançar minhas sementes, ter filhos, depois netos e bisnetos. Num mundo controlado pelo sistema, onde as pessoas sequer têm respeito umas pelas outras, não gostaria de ver meus descendentes vivendo na pobreza e sendo controlados. Quando eu partir, quero partir em paz. Sei que Deus deseja que as pessoas nasçam, cresçam e se reproduzam, mas num mundo que está cada vez pior, só quem não pensa na vida coloca frutos na terra.
Dy Lorde se levanta, dá um abraço em Camila e diz:
— Tudo de bom, forte abraço. Fica com Deus. Lembre-se: se sua vida está em tempestade, tenha sempre uma oração particular com Ele.
Dy Lorde sai caminhando em paz, no caminho de volta para sua casa.
“De que adianta um mundo cheio de frutos, se esses frutos podem morrer estragados?”

