República dos Transa ( para ler )

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República dos Transa

Na República dos Transa, nada é comum: cada madrugada guarda segredos, paixões e mistérios.

Os irmãos Saryo-li, a gótica sonhadora em busca de um amor sombrio, e Myuke-Sate, que tenta equilibrar trabalho e prazer, dividem a casa com o amigo ousado Kion-li, sempre pronto para novas aventuras.

Enquanto aguardam a chegada do primo celibatário Jon-li, surge a enigmática Pomada de Jegue, capaz de transformar encontros em experiências inesperadas. Entre humor, desejo e dilemas da juventude, essa república mostra que até o celibato pode ser abalado quando paixão e destino se cruzam.

Observação: Este dorama é uma história recomendada para maiores de 16 anos.

Contém linguagem sugestiva, humor irreverente e situações voltadas ao público juvenil-adulto.

A Pomada de Jegue.

História criada escrito por Edivaldo Lima.

História de Dorama.

4 capítulos

Gênero: comédia juvenil,comédia besteirol.

personagens principais: Kion-li,Myuke-Sate,Saryo-li,Jon-li personagens secundários: Regininha Kawai, Cavalheiro Gótico,Portuga Josuel,Dona Manoela.

[Capítulo 1: Pomada de Jegue

Kion-li (acorda na madrugada):

— Caramba! Depois daquela transa com a Regininha do Kawai, meus seguidores aumentaram. Agora é só colocar a grana no cofre e fechar com dois cadeados. O que será que deu certo naquela transa? Será a pomada de Jegue?

Myuke-Sate (observa):

— Kion-li, já acordou, brother?

Kion-li:

— Já, meu mano. Tive uma transa fantástica com a Regininha do Kawai e ainda ganhei seguidores.

Myuke-Sate:

— Não te falei que a pomada de jegue dava resultado?

Kion-li:

— Sim, mas agora ela não desarma,meu bilal...

Myuke-Sate (pensando e orientando):

— Calma, Kion-li. Se você colocar gelo, a barraca desarma. Saryo-li daqui a pouco está em casa, não vai achar legal te ver assim.

Kion-li:

— Perigoso ela se apaixonar...

Myuke-Sate (com firmeza):

— Não, Kion-li. Minha preocupação é vocês terem um neném, isso sim. Vai para a banheira e joga sacos de gelo.

Saryo-li (chegando e vendo a casa toda acesa):

— O que houve, meu irmão?

Myuke-Sate (pensando):

Nada que te interessa... mas interessou a Regininha do Kawai. Espero que continue assim.

Saryo-li:

— Nossa, tanto mistério no encontro gótico... Nem a caveira do cemitério quis minha companhia quando eu cantei:

"Na noite sombria do cemitério, esperei pelo bom cavaleiro gótico no mundo moderno."

Myuke-Sate:

— Talvez a melodia não ajudou... ou a caveira só queria continuar em paz.

Capítulo 2: Banheira de Gelo Acalma o Bilal

Já passava das 4h30 da manhã. Myuke-Sate estava preocupado, mas tinha que ir para a feira trabalhar, pois a vida não era só de transa, mas também de trabalho.

Saryo-li (observa o silêncio):

— Nossa, esse bairro está mais silencioso que o cemitério de São Cristóvão.

Myuke-Sate (bebendo suco de uva):

— Silêncio é bom, minha irmã. Faz você pensar na vida, para não errar.

Saryo-li (abre o livro intitulado Virgem Gótica):

— Sim, Myuke-Sate, faz pensar até demais... mas errar é humano.

Myuke-Sate (sorri, he!... he!...):

— Mas persistir no erro é burrice. Aprende: cuidado com seu amado cavalheiro gótico. Talvez ele só queira saber de uma transa gótica, não de amor.

Saryo-li (pensando, imaginando ele vindo de cavalo das trevas):

— Sim, verdade. A Virgem Gótica era uma mulher de não mostrar sua perseguida para qualquer homem gótico, apenas para quem a amava.

Myuke-Sate (pensa antes de falar):

— Então pense bem. Não vá soltando sua perseguida para ninguém, porque depois que fica barriguda e nasce o neném, não adianta chorar caso o cavalheiro te largue.

Saryo-li (sorri, he!... he!...):

— Disso eu sei, irmão. Ela é trancada com dois cadeados.

Myuke-Sate (olha e observa):

— Estou indo trabalhar. Não entre no banheiro agora, Kion-li está em profunda meditação no gelo.

No banheiro:

Kion-li (de olhos fechados):

— Não sabia que o gelo relaxava... acalmava o Bilal, mesmo te congelando.

Capítulo 3: Respeito com a Irmã do Próximo

Kion-li sai da banheira às 6h00 da manhã. Agora relaxado e calmo, coloca sua sunga de surfista da década de 80, se achando o “look transado”.

Kion-li (se admirando no espelho do banheiro):

— Caramba, estou bonitão! Mesmo esbelto como um frango, preciso malhar, ganhar uns músculos... ficaria mais atraente para uma transa.

Kion-li (pensando):

— Mas é claro, sem colocar óleo de fritura, soya no corpo, nem tomar bomba. Para ser transado tem que ser natural.

Ao sair do banheiro, sem querer mas querendo, vê as belas curvas de Saryo-li no espelho do quarto. Ela também estava se admirando.

No quarto:

Saryo-li (se admirando, feliz por não ter uma gordurinha localizada; seu bumbum estava provocante, mais que o da loira do Tchan):

— Nossa, estou muito bonitona com meus 19 anos. Se o cavalheiro gótico não quiser uma transa gótica comigo, quem vai querer? Será que ele aguenta o tranco?

Kion-li (olhando como irmão):

— Caramba, Saryo-li está um mulherão! Ei, Saryo-li, fecha a porta, não fique mostrando sua intimidade.

Saryo-li (com a toalha):

— Nossa, Kion-li, me esqueci. Obrigada por me avisar. Foi boa sua meditação?

Kion-li (comendo banana):

— Foi sim. Depois da transa de hoje com a Regininha, preciso de vitamina.

O telefone toca: Tlim-Tlim!

Myuke-Sate:

— Alô, quem está na linha?

Kion-li (sorrindo, he!... he!...):

— Alô, Myuke-Sate, eu estou na linha.

Myuke-Sate (preocupado):

— Você não está mais em perigo, Kion-li?

Kion-li (pensando):

— Não, Myuke-Sate, pode ficar tranquilo. Estou tomando vitamina. A transa com a Regininha do Kawai me deixou fraco.

Myuke-Sate:

— Sim, toma vitamina de caju com banana, Kion-li. Ajuda na fraqueza. Se cuida você e Saryo-li.

Kion-li (pensando, comendo outra banana):

— Obrigado. Até mais, se cuida.

Capítulo 4 Final: Alô do Primo Jon-li Celibato

Já passava das 11h30 da manhã. A TV estava ligada na série da Netflix Sex Education. Kion-li era fissurado na série, como quem é viciado em novela Malhação.

Saryo-li acorda (se espreguiçando):

— Caramba, aquele conto intitulado Jovens do Sexo e Rock’n Roll me fez dormir rápido, mais do que ler o livro Gótica Virgem.

(Ela caminha até a sala em direção à cozinha):

— Eita, Kion-li está vidrado nessa série da Netflix. Ainda parece um galã, tão “cruzer” de olho puxado, dormindo de sunga dos anos 80.

Kion-li dormindo:

— Roook!... Roook!...

Myuke-Sate chega mais cedo da feira, por ter vendido menos pastel de carne que coxinha vegana do portuga Josuel.

(Entra sorrindo, he!... he!...):

— Nada melhor que voltar para a República e encontrar um amigo acabado depois de uma transa.

Saryo-li (tomando leite com chocolate):

— Regininha do Kawai acabou com nosso amigo, meu irmão Myuke-Sate.

Myuke-Sate (olha e observa):

— Sim, minha irmã Saryo-li. Kion-li tem que tirar umas férias das transas, senão a transa acaba com ele.

Tlim!... Tlim!...

Myuke-Sate atende o celular, pensando que é Dona Manoela, a vizinha, querendo comprar pastel:

— Alô!... República dos Transa, quem fala?

Jon-li:

— Alô, primo Myuke-Sate. Em breve chegarei ao Brasil para rever vocês e conhecer a República dos Transa.

Myuke-Sate:

— Primo Jon-li, que boa notícia! Está no celibato ainda ou voltou para a transa?

Jon-li (sorri, he!... he!...):

— Estou firme e forte, primo. Já faz dez anos e seis meses.

Myuke-Sate (pensando ???):

— Nem uma batida no Juju para sair o leite...

Jon-li (pensando, sorrindo, he!... he!...):

— Sim, primo, senão a nata seca. Como estão você, a prima Saryo-li e o Kion-li? Vocês estão na transa total?

Myuke-Sate (he!... he!...):

— Sempre tem umas OnlyFans que fazem a gente ir para o paraíso. Já minha irmã está em busca da paixão gótica dela pelo cavalheiro gótico. Parece que ele vai dar uma transada com ela... vai acabar virando meu cunhado.

Saryo-li (se vira):

— Se realmente ele me quiser... porque o cavalheiro gótico sempre diz que está ocupado nos nossos encontros. Eu acabo sozinha, tomando vinho e lendo romance gótico na catacumba do cemitério.

Kion-li acorda e se espreguiça:

— Aiii!... Dormi, hein. Talvez ele seja um cavalheiro gótico celibatário... ou virgem.

Saryo-li (pensando):

— Será? Não tinha pensado nisso ainda... agora estou ainda mais apaixonada.

Jon-li (pensando):

— Talvez no Natal eu esteja aí no Brasil. Vou querer rever vocês e conhecer a República dos Transa. Falou!

Myuke-Sate (he!... he!...):

— Está bem, esteja preparado, pois as garotas vão fazer você perder seu celibato. Forte abraço!

Kion-li (olhando para a câmera imaginária):

— É bem isso, Myuke-Sate. Aqui na República dos Transa, até homem no celibato se converte para uma boa transa.

Agradeço a todos que acompanharam essa história.]



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