República dos Transa , terceira temporada ( para ler )

Contos de Histórias
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República dos Transa

Depois de receber curtidas e comentários na Live da Transa, Myuke-Sate chama a atenção de Lúci, olheira de modelos e amiga do estilista Roberto. Ela o convida para ser o rosto da campanha de moda Zorbas – Tamanho não é documento. Animado, Myuke-Sate aceita o convite, mas sua mente de jovem transado imagina que o famoso “teste do sofá” seria uma transa com Lúci. Entre expectativas pervertidas e confusões cômicas, o pasteleiro descobre que o verdadeiro teste é apenas desfile profissional — e que sua reação era justamente o que Lúci queria observar.

Observação: Este dorama é uma história recomendada para maiores de 16 anos.

Contém linguagem sugestiva, humor irreverente e situações voltadas ao público juvenil-adulto.

O Modelo Transado

Terceira Temporada

História criada e escrita por Edivaldo Lima.

História de Dorama

4 Capítulos

Gênero:comédiabesteirol,dramédia

personagem principais: Myuke-Sate,Saryo-li,Kion-li personagens secundários: Dona Ermélia,Lúci olheira de modelo,Roberto estilista.

[Capítulo 1: Um amanhã sem transa

O dia amanhecia na casa da república mais comentada, famosa pelos aplausos e curtidas da noite anterior. No sábado, Myuke-Sate havia dado um show de zorba com a famosa “freada de Gipe”.

Sua salvação foi a vizinha Dona Ermélia, que o tirou da live da transa — uma transa que não aconteceu e acabou virando um show de brocha, acompanhado de ninguém menos que Duda Bundão.

Parecia que tudo estava pronto para uma grande transa, mas o atacante Myuke-Sate resolveu não atacar a perseguida de Duda Bundão, talvez por ela ser a perseguida do glamour.

Caído, bêbado e com o resto do chope, Myuke-Sate acorda desgostoso:

— Que canseira… Não quero nem ver a rede social hoje, muito menos ir à feira vender pastel. Vai que aparece uma mulher dizendo: “Olá, transadão da zorba freada, vamos tirar uma selfie, sou sua fã!”

Saryo-li chega em casa com o cabelo bagunçado e observa o silêncio:

— Nossa, que silêncio… Não escuto nem um gemido de mulher chegando ao orgasmo. Acho que nem Myuke-Sate nem Kion-li transaram nesse sábado. Ainda bem, porque limpar a casa com preservativo no chão é complicado.

Kion-li acorda lendo um livro intitulado Como não brochar, do mentor Chambo:

— Bom dia, Saryo-li. Transou na catacumba no sábado?

Saryo-li se vira:

— Bom dia, Kion-li. Que nada! Acabei num barzinho gótico, amanhecendo ao lado de um cara que só falava groselha. Acho que ele é celibatário… ou casado metido a rockeiro gótico.

Myuke-Sate caminha até a sala:

— Bom dia a todos, transados dessa casa transada! Quem transou ontem?

Saryo-li, bebendo suco:

— Bom dia, meu irmão. Eu não transei. Antes de ir para o barzinho, a freira Cristal e outras irmãs tentaram me converter.

Myuke-Sate, cortando o pão:

— E qual foi sua reação, Saryo-li?

Saryo-li folheia uma revista de moda gótica:

— Minha reação foi simplesmente dizer: “Quero ser transada ainda.” Elas fizeram o sinal da cruz.

Kion-li aparece novamente com o livro do mentor Chambo:

— Capítulo 12: “Se brochar, não desanime, pois brochar faz parte da vida sexual.” Chambo entende das coisas, isso me deixa mais aliviado, porque ontem eu brochei com Susana Mete-Mete, uma fã minha.

Myuke-Sate sorri:

— Somos dois. Ontem não foi nosso dia de ser transado.

Saryo-li vira a página da revista:

— Deve ter sido por causa de beber muito chope. Rapazes, cuidado! Muitas mulheres não querem cuidar da saúde de vocês. Bebam vitaminas, façam exercícios… isso faz elas chegarem ao orgasmo sempre.

Myuke-Sate se vira:

— Como você sabe de tudo isso, Saryo-li?

Saryo-li olha para o irmão:

— Meu irmão, só mulher boa transa. Mas se não tiver emoção, a transa vira como assistir a um dorama sentimental, em que a mulher só chora.

Kion-li olha para a amiga:

— Caraca, Saryo-li, você parece o Chambo falando aqui no livro.

Saryo-li sorri:

— Sim, rapazes. A diferença é que eu não tenho bilal.

Naquele fim de manhã, Myuke-Sate descobriu que não estava sozinho na brocha, muito menos Kion-li. Eles ouviram Saryo-li e descobriram nela a figura feminina da República dos Transa: uma verdadeira guru, igual ao mentor Chambo.

Capítulo 2: Olheira de Modelo

Já eram três horas da tarde. Myuke-Sate tomava tererê na piscina de lona.

Saryo-li tomava banho de sol com manteiga na pele, dizendo que a manteiga a deixaria uma mulher gótica, sexy e transada.

Kion-li fazia meditação de ponta cabeça, com uma pedra de areia amarrada no cadarço do bilal.

— Chambo disse no livro, no capítulo 13, que pedra ajuda a esticar o comprimento. Quero ver quando ele ficar do tamanho de um bambu se a Susana Mete-Mete vai resistir.

Dona Ermélia, por sua vez, com o binóculo, observava Myuke-Sate. Parecia que tinha uma tara pelo jovem chinês brocha, mas na verdade queria ganhar uma grana com a fama da live.

Um carro chega e para na república. Dele desce Lúci, uma mulher atraente com vestido de gala mais curto que minissaia, parecendo modelo. Lúci era uma olheira de novos talentos. Ao ver Myuke-Sate na live da transa, viu nele um potencial — não por causa da espada do dragão, mas porque queria na capa da revista um rapaz chinês fazendo propaganda das Zorbas. Afinal, tamanho não é documento.

Dim!... Dom!...

Myuke-Sate se vira:

— Vai lá, Saryo-li, atender. Estou no tererê curtindo a piscina. Essa casa já deveria ter uma empregada.

Saryo-li faz pose de modelo na laje:

— Vai você! Estou cheia de manteiga. Vai que é o carteiro, ele é apaixonado por Doriana e não vai querer me largar. Empregada aqui? Vou pensar… porque se for empregada nova ,você Kion-li se apaixona e vai querer transar. Prefiro contratar um mordomo casado com um jovem rapaz que ainda dê conselho de moda.

Kion-li, de sunga com a pedra amarrada:

— Pode deixar que eu atendo.

Ao abrir a porta, Lúci coloca a mão na boca:

— Hóoo Maigod! Eres belo hombre chinês… você é o Myuke-Sate?

Kion-li sorri:

— Heeeee! Não, senhorita. Me chamo Kion-li, amigo de Myuke-Sate. Qual sua graça?

Lúci olha para a pedra balançando:

— Me chamo Lúci. Sou olheira de uma agência de moda das Zorbas. Tamanho não é documento.

Kion-li, sem graça:

— Entre, por favor. Aceita uma limonada ou tererê? Myuke-Sate, é pra você!

Myuke-Sate sai se secando:

— Boa tarde! A que devo a honra da bela mulher? Beba esse suco, aceita um pastel de sábado?

Lúci anota no caderno:

— Então você é o Myuke-Sate, o famoso da live que brochou.

Myuke-Sate coça a cabeça:

— Pois é… acontece. Nem sempre o bilal está como atacante.

Lúci sorri:

— Heeee! Tenho uma proposta para você.

Myuke-Sate cruza os braços:

— Qual proposta, senhorita?

Lúci observa e mede o corpo de Myuke-Sate com fita métrica:

— Me chamo Lúci. Você aceita ser modelo da coleção Zorbas? Tamanho não é documento.

Myuke-Sate pensa nos dinheiros, na nova mansão, nas transas todos os dias:

— Claro que aceito! Onde eu assino?

Saryo-li aparece:

— Eu também gostaria de ser modelo… tipo para a revista Calcinha Sensual Belas Virgens.

Lúci sorri:

— Muito bom o nome! Vou pensar sobre isso. Assine aqui, Myuke-Sate.

Saryo-li sorri:

— Mas vê se não demora a chamar, porque senão vai perder uma excelente modelo virgem transada.

Dona Ermélia entra na casa:

— Olá! Se Myuke-Sate ainda não tem quem cuide dos negócios, eu me candidato.

Myuke-Sate se vira:

— Que negócios, Dona Ermélia?

Dona Ermélia:

— Bizanes, dólares… posso cuidar do seu traje, até ser governanta da casa mais transada.

Kion-li observa:

— Aí sim, Myuke-Sate! De pasteleiro brocha a modelo. Agradeça à Duda Bundão.

Lúci toma o suco de limão:

— Te espero amanhã, Myuke-Sate, no teste do sofá.

Myuke-Sate imagina Lúci de lingerie ou nua:

— Claro! Amanhã o atacante vai comparecer.

Dona Ermélia olha:

— Só vê se não brocha, hein rapaz.

Saryo-li:

— Prazer em conhecê-la, Lúci. Quem sabe ainda não viramos cunhadas. Você vai ser mais uma mulher transada desta casa.

Lúci se vira, sai rebolando e pisca para Myuke-Sate.

Kion-li aparece meio babando:

— Myuke-Sate, essa aí você tem que namorar. Transa todo dia!

Myuke-Sate fica admirando seu corpo:

— Dá licença que vou tomar um banho, relaxar e me preparar fisicamente. Esse teste do sofá eu não vou querer dormir nele… sim, transa!

Myuke-Sate percebeu que seu fiasco virou fama e ainda vai sair bem, tornando-se modelo da agência para a revista Zorbas: Tamanho não é Documento.

Capítulo 3: Dia do Teste Modelo Transado

A noite seguia. Myuke-Sate assistia ao filme O Testosterona Transado, uma filosofia transada de Chambo, que para ele e Kion-li era o guru supremo das transas, um verdadeiro mentor.

Kion-li aparece com a pedra na sunga.

Saryo-li olha e sorri:

— Caramba, Kion-li, ainda está no treinamento do bilal da pedra. Cuidado para não machucar o atacante!

Kion-li bebe suco.

— Tem o tempo certo de tirar e colocar. Chambo ensina que quanto mais tempo aguentar, melhor.

Saryo-li observa:

— Tem uma pedra de construção ali na esquina. Essa sim ia deixar seu bilal maior que o jegue!

Myuke-Sate se vira:

— Só penso na transa de amanhã com Lúci… quer dizer, no teste do sofá.

Saryo-li abre o livro intitulado Crepúsculo da Virgem Transa:

— Esse livro é sensacional. Comprei no sebo por trinta reais. João Nerd falou que a personagem é linda… acho que ele é um virgem apaixonado.

Myuke-Sate toma suco de hortelã:

— João Nerd me disseram que já foi namorador. Hoje é uma espécie de ser humano celibatário.

Kion-li se vira:

— Não sei como um homem celibatário consegue ficar sem transa.

Saryo-li bebe suco de hortelã:

— Eles preservam a saúde do bilal, para não cair em cilada de pegar perseguida poluída na transa.

Horas passam. Já era meia-noite. Myuke-Sate dormia largado no sofá, murmurando: “Lúci… ai se eu te pego…”. Aquilo parecia interessante para Saryo-li, que observava o irmão apaixonado. Kion-li já dormia, deixando a pedra de lado.

Saryo-li olha para o irmão e sorri:

— Está por desejo de uma transa com a olheira de modelo. Homens, quanto mais transam, mais querem transar… esquecem o ensinamento de Chambo: transar com vício eminente faz perder energia mental.

Saryo-li pensa:

— Será que Chambo é tudo isso? Ou apenas um mentor transado que, por tantas transas e relacionamentos errados, virou celibatário? Certo seria Myuke-Sate e Kion-li comprarem vídeos e livros da vida de Chambo, não apenas enciclopédias.

Amanhece o dia — 7h20

Myuke-Sate acorda todo torto:

— Caramba, dormi no sofá. Esse mês a conta de luz vai vir alta. Se cortarem a energia, vamos ter que fazer gato no poste da casa da Dona Ermélia.

Dona Ermélia chega e abre a porta:

— Myuke-Sate, acordou tarde! Cadê o pasteleiro mais transado? Vai se arrumar, eu faço café.

Myuke-Sate se vira:

— Como a senhora abriu a porta, Dona Ermélia?

Ela coloca a mão na cintura:

— A porta estava aberta, transado.

Kion-li acorda com a pedra na sunga:

— Bom dia a todos. Só não deixa cair a dentadura na caneca, Dona Ermélia.

Ela se vira, aponta para a sunga de Kion-li:

— É mais fácil seu bilal cair do que minha dentadura. Vai querer pão com ovo ou presunto?

Myuke-Sate e Kion-li respondem juntos:

— Para nós todos!

Dona Ermélia observa a casa:

— Precisa de uma faxina urgente. Transar é bom, mas casa limpa deixa o ambiente acolhedor e mais transado.

Saryo-li acorda e vai para a cozinha:

— Bom dia, vizinha. Já está trabalhando ou virou fã do pasteleiro Myuke-Sate?

Dona Ermélia se vira:

— Bom dia, Saryo-li. Estou tentando organizar a vida de vocês. Se não, essa república vai ficar mal falada nos jornais. Quero ela sempre transada.

Saryo-li senta na cadeira:

— A senhora, com quantos anos perdeu a virgindade?

Dona Ermélia, coando café com a zorba pensando que era coador:

— Depois que descobri o nome bilal, perguntar idade é feio.

Preparativos para o teste

Myuke-Sate aparece de terno cinza e short xadrez:

— Tharam! Como estou, pessoal?

Dona Ermélia corta o pão:

— Tem que melhorar esse visual. Está parecendo um manequim desarrumado.

Saryo-li olha:

— Short xadrez seria legal… mas já vá de sunga para a agência de moda. Aí sim todas veriam o tamanho do seu produto.

Kion-li aparece:

— Está maneiro esse traje. Importante é ser transado. Mas eu colocaria um short jeans… ou iria de sunga mesmo.

Myuke-Sate toma o café rápido.

— Bi! Bi!… Uber chegou. Agora é a hora do teste. Tchau para vocês!

Todos falam:

— Boa sorte!

Saryo-li pensa e fala:

— Não esquece da camisinha, caso ela tire a roupa. Seja transado!

Estúdio de Moda Bofe-Estilo — 8h20 da manhã

Myuke-Sate chega ao estúdio, imaginando como seria o teste. O estilista Roberto aparece.

— Olá, rapaz. Você que é o Myuke-Sate?

Já suando, ele olha para o cidadão de lenço florido no pescoço:

— Sim, senhor. Sou eu mesmo. Onde é o teste do sofá com Lúci?

Roberto responde:

— Lúci? Aquela megera querendo roubar meus modelos? Teste do sofá com ela, não! Eu troquei o endereço dos modelos dela. Quero todos para minha agência, Bofe-Estilo. Você vai fazer o teste comigo.

Myuke-Sate observa a saída de emergência:

— Poderia me ver um copo d’água?

Roberto coloca a mão na cintura:

— Claro. Me espera, não saia daqui.

Myuke-Sate aperta a campainha de incêndio.

— Ninomm! Ninomm!

Sai correndo, pega um táxi e fala:

— Me leva nesse endereço rápido! Um cara transado como eu terminar num teste de sofá com Roberto estilista? Estou fora!

E assim Myuke-Sate aprendeu: nem sempre o teste do sofá é com uma linda mulher. Pode acontecer de donos de agência apaixonados por um bofe trocarem o endereço. A única saída para um cara transado é… a saída de emergência.

Capítulo 4 Final: Enganaram um Modelo Transado

Já era noite. Myuke-Sate entra em casa suando. Dona Ermélia olha assustada, Kion-li estranha, e Saryo-li observa o irmão, pensando.

— Que aconteceu, Myuke-Sate? Não deu certo o teste do sofá?

Myuke-Sate toma um suco:

— Se fosse com a Lúci teria dado certo… mas com o estilista Roberto, prefiro continuar não sendo modelo. Melhor ser pasteleiro.

Kion-li aparece lendo o livro de Chambo:

— Caramba, mermão… você foi transado por um que já foi transado!

Dona Ermélia, comendo rapadura, comenta:

— Sem preconceito… Roberto é trasviado, talvez se encante por modelos asiáticos.

Saryo-li, também comendo rapadura, ironiza:

— Será que Roberto, ao ver a fruta pela primeira vez, antes de morder, ficou com medo de quebrar o dente?

Kion-li vira a página do livro:

— Acredito eu que Roberto, como pessoa que entende de moda, poderia até ser meu estilista. Assim eu ficaria mais transado.

Myuke-Sate, comendo pão:

— Roberto falou que o teste seria com ele… aí me assustei.

Saryo-li olha para o irmão:

— Você perguntou como seria o teste?

Myuke-Sate olha para todos:

— Não… vai que ele se apaixona!

Todos dão risada.

Dim!... Dom!...

Dona Ermélia atende a porta:

— Pois não. Quem é você entrando na república dos transa? É casado?

Roberto olha e responde:

— Olá, me chamo Roberto, o estilista. Não se assuste, Myuke-Sate. Vou te mostrar um vídeo de teste de sunga.

Saryo-li aponta para a TV:

— Coloca na TV pra nós ver!

Kion-li liga o vídeo da agência Bofe-Estilo:

— Olá, pessoal da moda. Hoje mais um teste do sofá com vocês: o modelo Ricardo, com sua nova sunga, está sendo contratado pela nossa agência.

Myuke-Sate sorri:

— Então é isso que é o teste do sofá… o modelo desfila e vocês anotam.

Roberto e todos sorriem:

— Heeeeee! Claro! Você estava pensando que era o quê? Uma transa igual pornochanchada?

Dona Ermélia olha para o vídeo:

— Antigamente diziam nas colunas de revistas outras coisas… que modelos davam uma transada no sofá.

Roberto sorri e conclui:

— Não, isso é trabalho profissional. Não é cine-prive pervertido.

Roberto olha para Myuke-Sate:

— Você aceita ser o nosso novo modelo da agência, minha e da Lúci?

Myuke-Sate sorri, mão na cabeça:

— Claro que aceito!

Roberto dá um abraço em Myuke-Sate. Lúci aparece sorrindo:

— Heeeeee! Esses homens transados se assustam com teste do sofá.

Dona Ermélia comenta:

— Ainda mais se o estilista for trasviado.

Roberto olha sorrindo:

— Isso mesmo, senhora.

Final de tarde 5h30

Passaram algumas semanas. Myuke-Sate saiu em fotos nas revistas e também em vídeos para YouTube e TikTok.

Saryo-li observa:

— Falta malhar, meu irmão, para ter corpo de modelo transado. A grana que vai ganhar não pode brochar.

Myuke-Sate, orgulhoso:

— Eu pensava outra coisa… que para virar modelo teria que transar.

Kion-li sorri:

— Fazer o quê, se esse é o pensamento de um transado? Agora, como modelo, vê se compra uma mansão.

Myuke-Sate olha para a câmera imaginária:

— Pode deixar! Vai ser a república mansão dos amigos modelo mais transado!

Agradeço a todos que acompanharam essa história.]



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