Garotos aos 17 ( para ler )

Contos de Histórias
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Garotos aos 17

Na República 17, Jake, Chris, Greg e Dru pensavam que seria apenas mais uma noite comum. Mas quando o tio Charlie aparece com um enorme bolo misterioso, a rotina vira caos: lindas mulheres de coelhinhas saltam da surpresa, transformando a casa em uma festa pastelão cheia de danças, chantili e confusões. Entre gargalhadas, exageros e a chegada inesperada da polícia, os garotos descobrem que com Charlie e seu amigo Maceta, nada termina como planejado.

Observação: Este Conto é uma história recomendada para maiores de 16 anos.

Contém linguagem sugestiva, humor irreverente e situações voltadas ao público juvenil-adulto.

História criada escrita por Edivaldo Lima.

História Contos curtos

Gênero: comédia besteirol,dramédia

personagens principais: Chris,Jake,Greg,Dru personagens secindários:jurandi,Alan pai ,Rochelle mãe,Tonha irmã,Tio Charlie,Maceta,As mulheres de coelhinhas,Policiais Mouro e Bento 

[Era 23 de dezembro de 2025. Eu, Cris, Jake, Greg e o conquistador de garotas da nossa idade — ou até mais velhas — o galã Dru, estávamos sentados na área da República 17. Esse foi o nome que demos à casa; não foi tão criativo, mas os vizinhos já sabiam que ali era território fechado, onde nem pincherbull ousava entrar.

Tlim!... Tlim!...

— Alô, casa da República 17! Se for uma garota, diga: “Quero ficar com você”. Se for um garoto, diga: “Cadê as perseguidas?”.

Do outro lado da linha, a voz firme de Jurandi, dono da casa:

— Alô, paguem o aluguel, seus garotos que vivem deixando as contas atrasadas!

Dru, sempre com seu jeito galante, responde:

— Iremos fazer um pix, senhor Jurandi.

Jurandi olha para o relógio em sua casa e retruca:

— Estou contando as horas. Esse aluguel precisa ser pago, ou passo essa república para outros que paguem em dia.

— Está bem, Jurandi — diz Dru.

Chris pega o celular olhou a conta de R$ 200,50. Logo se vira para nós:

— Caramba, subiu o aluguel!

Jake comenta:

— Pois é, esse Jurandi é careiro. Cada mês ele aumenta.

Greg, sempre disposto a ajudar, fala:

— Pode deixar que eu pago esse mês.

Jurandi, satisfeito, responde:

— Obrigado por terem pago.

Tum!... Tum!...

Os Pais Preocupados

Chris nadava na piscina se sentindo o cara mais transado com sua sunga. Mas, no fundo, sabia que para ser realmente “transado” teria que perder o capotão — deixar de ser virgem.

Greg olhava para a vizinha Sabrina na laje, junto da amiga Rafaela, tomando sol de biquíni.

— Caramba, essa Sabrina é um mulherão, rapaziada! — disse.

Jake, curioso, pegou o binóculo e comentou:

— De cara ela é feia, mas é boazuda de bunda. Será que aguenta uma marretada na peteca?

Chris olhou para o seu amigo atacante dentro da sunga, depois para as garotas:

— Se for feia de rosto, é só colocar um pacote de papel de pão. Depois mandar a madeirada.

Enquanto isso, Dru conversava com a vizinha Carmélia, olhando nos olhos dela… mas também reparando na minissaia mais curta que periguete de funk.

— Tá solteira ou namorando nesse momento? — perguntou.

Carmélia sorriu:

— Fui transada semana passada, perdi minha cabacinha.

Dru, curioso:

— Com quem?

— Com o garoto nerd mais bonito — respondeu ela.

Dru ficou meio para baixo, por estar perdendo espaço para um nerd na transa.

— E hoje, tá a fim de uma transa? — arriscou.

Carmélia olhou firme:

— Você aguentaria três horas?

Dru sorriu:

— Podemos fazer três viagens.

Carmélia se virou e deu um tapa na própria bunda. Tap!...

— Esse bumbum é potente. Dru tem que ser valente pra encarar.

Dru riu:

— Se o nerd encarou, por que eu não encararia?

Carmélia completou:

— Ele faz natação, corre, pedala… tem preparo físico.

De repente, Dim!... Dom!... A campainha toca.

Alan chega na casa da República.

Jake vai abrir a porta:

— Pai?! O que faz aqui na República?

Alan entra, olhando em volta:

— Vim ver como você está… e seus amigos. Essa casa tá uma bagunça, precisa contratar uma empregada urgente!

Jake sorri:

— Chama a Berta, ela dá uma geral!

Alan senta no sofá:

— Vou conversar com o tio Charlie, ele falou que ia vir ver vocês aqui.

Jake brinca:

— Manda ele trazer uns uísques!

Alan, sério:

— Não quero ver filho meu drogado… nem os dos outros!

Chris entra na sala:

— Caramba, seu pai tá aí! Aceita uma cerveja, seu Alan?

Alan responde:

— Prefiro guaraná, Chris. Onde é o banheiro?

Greg, debochado:

— Se fosse o senhor, esperava a merda da patente derreter. Dru hoje bateu forte!

Alan arregala os olhos:

— Caramba, o que vocês andam comendo pra o intestino estar assim?

Jake dá risada:

— Pizza, lanche, hambúrguer… não estamos muito craques no fogão.

Dru entra na patente e grita:

— Desculpa, seu Alan, mas a merda tá mais dura que estátua de argila!

Jake balança a cabeça:

— Aí complica, Dru. Vamos ter que usar a privada de fora.

Alan levanta, tropeça na boia, cai e se ergue de novo:

— Por que não me disseram que tinha privada fora? Jake, deixa eu fazer xixi rápido!

Jake avisa:

— Vai lá, pai. Mas cuidado com o mau cheiro.

Dru reflete:

— Acho que essa privada é mais velha que a casa.

Chris, comendo chips, comenta:

— Galera, temos que dar uma geral nessa casa.

Greg pega um avental e mostra para Chris:

— Aqui, Chris, boa faxina!

Jake pensa alto:

— Temos que contratar uma empregada que limpe a casa e a cozinha.

Chris conclui:

— Temos que somar, fazer as contas e ter dinheiro pra pagar.

Dru completa:

— Fora a compra do mês, temos que dar um jeito.

Chris suspira:

— Pensar que morar em república era moleza… mas é morada de gente grande!

Uma Mãe no Telefone

Tlim!... Tlim!...

Chris atende:

— Alô!... Aqui quem fala é o Chris. Se for uma mulher, digo “quero ficar com você”. Se for um garoto, digo “quero uma perseguida”.

Do outro lado da linha:

— Haaaaa!... Garoto sem vergonha! Aqui é sua mãe, a Rochelle. Olha a compostura! Não é porque está quase entrando nos 18 anos que vai ficar falando assim. Quer ser um jovem transado, mas é virgem. Acha que não conheço meu filho? Chris e Dru, tomem jeito, garotos! Vocês estão bem nos estudos ou só vadiando?

Chris responde:

— Então, mãe... estamos aprendendo a ser cada vez mais adultos. O tio Charlie, do Jake, vai vir fazer uma visita pra nós.

Rochelle, indignada:

— Hooooo!... Aquele pervertido mulherengo? Fica longe dele,você é o seu irmão  Dru!O tio do Jake ele só bebe, fuma e transa com mulheres.

Chris sorri:

— Mas ele é descolado.

Rochelle rebate:

— Tão descolado que Malibu inteira conhece ele! Toma jeito, garoto. Não siga maus caminhos, não beba. Ajoelha e reza em frente ao altar!

Chris suspira:

— Tá bom, mãe... agora todo mundo sabe que eu sou virgem.

Rochelle suaviza o tom:

— Ser virgem não é vergonha. Um rapaz que se guarda para o casamento perde a cabaça junto com sua amada. Continue assim, meu filho. Se for transar, use preservativo. Se doer após a transa, passe pomada. Não quero ter neto tão cedo!

Ela completa, já em tom de alerta:

— Vou ficar de olho na Tonha. Diz que está brincando de casinha, mas vai que o menino quer brincar de papai e mamãe...

Tum!... Tum!... — a ligação cai.

Jake, Greg e Dru seguram o riso, mas logo caem na gargalhada:

— Haaaaaaa!...

Alan passa a mão na cabeça do Chris:

— Erga a cabeça, calma Chris. Ser virgem não é defeito, é uma escolha. Muitos perdem a cabaça só depois do casamento. Eu mesmo era virgem até os 28 anos... foi a mãe do Jake que me fez perder a virgindade. Sua mãe está certa, só ela te conhece melhor. Eu até tenho um livro: Como ser um virgem descolado.

Chris sorri:

— Obrigado, seu Alan. Mas um dia eu serei o Rei da transa!

Alan se levanta:

— Tchau, pessoal. Juízo, hein? Não façam besteira.

Jake responde:

— Chau, pai! Manda abraço pro tio Charlie e pra Berta.

Alan entra no carro:

— Bi!... Bi!.. Pode deixar, dou sim. — E sai dirigindo.

Tio Charlie, o Bolo de Coelhinhas

Já era noite. Jake, Chris, Greg e Dru terminavam de limpar a casa. Passava das 8h30 quando o tio Charlie chegou com uma surpresa para os garotos da República 17. Aquela noite ficaria marcada para eles.

Dim!... Dom!...

Jake abre a porta:

— Caramba, tio Charlie! Maceta, o que tem nesse bolo aí?

Dru, Chris e Greg ficam imaginando o que será.

Charlie pede ajuda:

— Me ajudem a empurrar esse bolo, seus garotos pervertidos!

Ao empurrar o bolo, Charlie liga o som:

— Tharam!... Aproveitem, hoje é festinha por minha conta!

De repente, lindas mulheres vestidas de coelhinhas saem do bolo, sensualizando.

Jake começa a dançar com uma delas, tomando Coca-Cola.

Chris já se envolve com outra:

— Caramba, você é um mulherão! Sonho de consumo... em 15 vezes na prestação!

Dru dança com uma mulher maior que ele:

— Deixa eu dar um tapinha na sua bunda.

Ela provoca:

— Mas bate com força, rapaz!

Dru obedece:

— É pra já! Tap!... Slap!...

Greg dança e grita:

— Sua safada, me chama de Gregão!

Enquanto isso, tio Charlie fuma com uma mulher sentada no colo:

— Bom ver essa juventude de garotos felizes.

Maceta dança junto, e para eles, aquela noite era um verdadeiro sonho.

Charlie pergunta:

— Estão gostando da festinha?

As mulheres jogam chantili nos garotos, deixando todos doidões ao ver tanta bunda.

Greg vibra:

— Vai, Poposuda! Deixa o Gregão passar chantili!

Chris suspira:

— Caramba, não quero acordar desse sonho!

Jake já está em cima da mulher, fazendo ela de cavalinho.

Dru comemora:

— Agora tenho duas, não uma!

Maceta sorri:

— Agora eu tenho três!

De repente, o que é bom dura pouco:

Ninom!... Ninom!... — sirenes da polícia.

Maceta olha pela janela:

— Caramba, é a polícia! Charlie, vamos embora daqui, garotas!

— Tchau, Jake! — grita Charlie.

Jake responde:

— Tio Charlie e Maceta, obrigado pela festinha. Pena que as garotas vão embora junto.

Greg lamenta:

— Justo agora que eu estava feliz...

Dru comemora:

— Consegui o telefone da boate!

Chris resmunga:

— Com certeza algum vizinho ligou... acabou com a diversão.

Dim!... Dom!...

Jake abre a porta:

— Olá, seus policiais.

Policial Mouro e Bento entram:

— Olha, estava tendo festa de maiores aqui?

Chris responde rápido:

— Que nada! Nós só estávamos tentando fazer um bolo para o aniversário do meu irmão Dru. Esse bolo aqui, grande de isopor, é só referência.

Os policiais olham ao redor:

— Boa noite. Não encontramos nada de errado. Se cuidem, nada de som alto.

Jake sorri:

— Pode deixar. Boa noite, bom trabalho!

Ele fecha a porta.

Dru resmunga:

— Essa vizinhança é chata.

Greg anima:

— Temos que ir nessa boate!

Chris completa:

— Vamos entrar lá de qualquer jeito!

Jake conclui:

— Ou não... seremos reconhecidos como Os Garotos aos 17. Mas que foi boa essa festinha, foi!

— Tio Charlie trouxe uma festa transada para os garotos da República 17, mas os vizinhos acabaram com a farra justo quando a noite estava ficando animada.

Agradeço a todos que acompanharam essa história.]



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