Bairro das graças,( para ler )

Contos de Histórias
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Bairro das graças

À meia-noite, a quadrilha do Bairro das Graças se transforma em “mafiosos do bem” e rouba a estátua das Três Graças para financiar medicamentos que salvarão vidas. Enquanto Gerluce e Viviane armam o plano, Arminda e Santiago Ferette caem na armadilha e acabam presos. O bairro comemora a vitória, e Gerluce surge como nova líder, prometendo um futuro melhor e sem maldade.

História criada e escrita por Edivaldo Lima

Uma história de Fanfic

História baseada nos personagens da telenovela Três Graças

Criada é escrita pelo Autor: Agnaldo Silva

Telenovela: Rede Globo

Gênero: Comédia,dramédia

Personagens principais: Gerluce, Viviane,Joaquim,Misael, Júnior (QI da informática), personagens secundários:Arminda – Vilã,Santiago Ferette – Grande vilão,Senhora Josefa,Delegado Jairo Barroso,Paulinho – Policial,Raul filho, Bagdá – Criminoso,Lígia Maria mãe,Joélly Maria filha,Rivado,Alaíde,Célio,Chica,Cristiano.

[Capítulo 1: Pensei que era um Doende

Era dez horas da noite no bairro das Graças. Arminda, com cara de quem já viu mais enterro que novela,so Autor Agnaldo Silva, olhava pela janela, como se estivesse vigiando alguém — ou esperando mais uma funerária sair para ela faturar de parceria com seu amante ferette. Dizem que ela é tão cruel que até tem associação com a funerária, bom descanso. No pulso, um Rolex do Paraguai que só atrasa a vida. Ela olha para rua, fica em silêncio e observa.

— Não tem uma viva alma nessa rua! Cadê o Raul? Aquele filho que só vive vadiando… conhece cada canto com a palma da mão, igual rodar pião. Eita, moleque bagaceiro!

Enquanto isso, Misael caminhava pela calçada, analisando cada planta como se fosse botânico. Na mão, uma garrafa de alambique que parecia extensão do braço. Ele queria justiça — perdeu sua amada Isaura devido aos remédios da famigerada Farmácia da Fundação Ferette.

— Pô, é aqui mesmo que vou dar uma mijada — disse Misael, completamente alcoolizado. — Não tem ninguém vendo mesmo…

O porteiro Rivaldo, que vê mais do que devia e comenta mais do que pode, observava tudo. Não perdia um capítulo da novela Três Graças e nem um mijo fora de lugar.

— De novo o Misael aguando as plantas da vizinhança! Se a polícia aparece, prende na hora. Depois ele ainda diz: “Pô, seu policial, aqui era banheiro químico!”

Arminda abre a janela com fúria:

— Ô seu mijão! Vou pegar a tesoura do jardineiro e cortar o que você não tem!

Misael olha assustado:

— Caramba… mijei no jardim dos inimigos!

Naquela mesma noite, Raul — o jovem que não sabe o que quer da vida — caminhava mais devagar que tartaruga em dia de preguiça. Curtia a brisa do cachimbo da paz com um “alregno” que pegou no Morro do Chacrinha, direto das mãos do líder Bagdá, que já estava de olho naquele jovem que vivia buscando novos “cachimbinhos,é não pagava”.

— Pô… tô vendo uns duendes na minha frente — dizia Raul, com os olhos arregalados.

Misael, que vinha cambaleando, olha:

— Pô, cara… não sou duende, sou Misael! Jovem tá doidão também!

Raul olha pra Misael e cai na risada:

— Ha! Ha! Ha! Mano, é esse cachimbo que peguei lá no morro do Chacrinha!

Misael dá uma olhada:

— Qual seu nome, jovem do cachimbo?

— Me chamo Raul. Minha mãe dizia que meu pai era fã do Raul Seixas.

Misael senta no meio-fio ao lado de Raul:

— Dá uma tragada aí…

— Toma um gole aí…

— Qual seu nome, cara?

— Me chamo Misael.

Raul olha:

— Você é morador de rua?

Misael responde:

— Não… é que tô sem tomar banho mesmo.

— Ha! Ha! Ha!

Capítulo 2: Inscrição Tesoureiro(a) do Bairro

Arminda lia sua enciclopédia de pílulas como quem decifrava um mapa do tesouro. Ela queria vender mais que todas as farmácias e laboratórios da região — sonhava em se tornar a rainha das pílulas do bairro das Graças.

— Vamos ver onde parei… Nem mamãe, nem empregada podem ver esse livro! Se descobrem, me entregam pra polícia. Aí eu passo uns dez anos presa, ensinando etiqueta pras detentas pra elas arrumarem um homem rico quando saírem do presídio!

Raul chega em casa e vê a mãe concentrada, lendo. Estranha — nunca tinha visto ela com um livro na mão.

— Boa noite, mãe. Agora deu pra ler um bom livro?

Arminda se vira assustada:

— Ai! Ai! Que susto, moleque bagunceiro! Tô lendo a enciclopédia clássica Amor de Julieta.

Raul pega uma laranja e comenta:

— Nunca li esse. Só li Branca de Neve e os Sete Anões. E ainda por cima trombei com um doende na esquina!

Arminda olha com cara de quem já sabe:

— Vai tomar banho, moleque! Já passa das dez horas. Se tá vendo duende, é porque essa droga é da pesada. Sai dessa vida!

Gerluse entra na sala com cautela:

— Perdi a lã da Dona Josefa perto do sofá, Dona Arminda. Não quero atrapalhar sua leitura filosófica do dia...

Arminda fecha o livro com força:

— Haaaaa! Filósofa comigo mesma, ainda mais quando minha filosofia é pra render dinheiro! Pega essa lã e desaparece daqui! Te pago pra cuidar da mamãe, não pra bisbilhotar minha filosofia lucrativa!

Gerluse abaixa os olhos, mostra a língua discretamente.

— Com licença, Dona Arminda... — murmura, e completa com leve ironia:

— Aproveita e toma um uísque pra acompanhar essa leitura filosófica.

Enquanto isso, no Apê – 23h25

Seu Célio, no tablet, fingia que lia as notícias do dia. Na verdade, estava vendo belas modelos no site Olifan.

Célio (todo faceiro):

— Rapaz… essa jogadora em campo fez um golaço!

Chica, a esposa, no celular, olha desconfiada.

(Observando pela câmera do Apê na sala)

Chica (arqueando a sobrancelha):

— Que jogadora, meu bem?

Célio (com olhar pervertido):

— A Marta, benzinho! Atacante do Brasil. Tô vendo notícia de futebol no tablet…

Chica sorri com ironia:

— Célio, Célio… você tá mais pra ver modelo pelada do que jogadora de futebol. Esqueceu que aqui é quase um Big Brother?

Célio coça a cabeça, sem graça:

— He!... He!... He!... Benzinho, esqueci desse detalhe… mas eu te amo, viu?

No Quarto do filhão:

Cristiano curtia os posts da Arminda no Instagram, usando um perfil fake com a foto do Sandrão.

— Essa mulher pensa que é o Sandrão que tá comentando e curtindo os posts dela…

He!... He!... He!...

Rivaldo, o pai, entra:

— Que você tá vendo aí, meu filho, na internete?

Cristiano se vira rápido:

— O senhor tá aí? Tô vendo uns desenhos do Rambo…

— Que bom, meu filho! Eu me amarro no He-Man!

No Quarto do Casal:

— Amorrrr, vem deita! — chama Alaíde.

Rivaldo sorri:

— Já tô indo, meu amor!

Ao entrar no quarto, vê Alaíde vestida de passista.

— Vem sambar nesse corpão!

Rivaldo arregala os olhos:

— Que me desculpem os vizinhos do apê… mas hoje eu vou bater de mão nesse pandeiro!

— Então vem, Riva! Seja atacante!

Algumas horas depois…

—Riva, o que aconteceu com você? — pergunta Alaíde.

Rivaldo, envergonhado:

— Broxei, amor… Deve ser preocupação com a família, com o trabalho…

Alaíde abre o site bairrodagraça.com, onde estão abertas as inscrições para novos candidatos do bairro.

— Amor, acho que vou me candidatar. Já me inscrevi! O que não vai faltar nesse bairro é pagode e feijoada!

Rivaldo olha:

— Acho que quem ganha dessa vez é a Janise… Mas se você entrar, voto em você!

Alaíde sorri:

— Vai dormir ou vai voltar a colocar o time em campo?

Rivaldo, com a mão na coxa dela:

— Voltar em campo… Apaga a luz!

Capítulo 3: O plano do roubo da estátua Três Graças

Na manhã seguinte, Arminda, após ter uma transa com Ferette, começa a ter delírios.

Arminda, falando com a estátua das Três Graças:

— Tem gente querendo roubar, levar embora a estátua… Quem sabe vender para uma galeria de arte ou até usar para pagar o que deve no Morro do Chacrinha, para o Bagdá, que está pra lá de Bagdá com sua ironia de mafioso do tráfico.

Arminda acaricia a estátua de pedra como se seu amor por ela fosse mais valioso do que o próprio amante e cúmplice, Ferette.

Enquanto isso, Raul, lendo um gibi do, O Máskara, fala de forma irônica:

— Ô mãe, acho que a senhora tem uma másKara igual à do O Máskara, pra esconder suas arte mainhas. Ou aí dentro tem um tesouro… ou é um banheiro de diamante, daqueles que ninguém pode entrar!

Arminda ri alto:

— Haaaaaaa! Raul, meu filho, você usou aquele alregno e tá doidão, moleque. Não escondo nada… apenas gosto de estar aqui por privacidade, escutando um bom jazz.

Enquanto isso, no barracão – 10h20 da noite

Gerluce, a capita estrategista, estava com o mapa na mesa, desenhado com giz de cera, explicando como seria o assalto da estátua das Três Graças — recheada de dinheiro que Arminda, junto de seu amante e parceiro Santiago Ferette, havia escondido.

A reunião estava cheia de figuras concentradas: a amiga Viane, o pai Joaquim, o mijão de jardim Misael e o QI da informática, Júnior.

Gerluce aponta para o mapa:

— Bem aqui, nesse corredor, tem a porta secreta onde estão as estátuas. Já temos a chave da casa em mãos.

Misael joga a chave na mesa:

— Aqui está, Gerluce. O chaveiro fez hoje à tarde. Eu disse que era da casa do meu tio, que não queria deixar eu entrar pra usar o banheiro… e o chaveiro fez.

Gerluce olha para Misael com firmeza:

— Parabéns. Só não vai querer beber os uísques da casa da Arminda quando estivermos em ação.

Misael sorri, malandro:

— Não… mas vou levar um de presente.

Gerluce olha para Viviane:

— E a nossa roupa de bandidões, já está pronta?

Viviane sorri animada:

— Já sim, amiga. Look interessante! Vamos parecer máfia italiana, Cosa Nostra, com máscara de paetê e flor, feita pela costureira da boate Porpurinas.

Joaquim, desconfiado, olha para o figurino:

— Eu sou macho… esse pink choque fica estranho pra mafioso.

Misael observa o visual e comenta:

— Caramba, esse look tá meio transviado… aí complica a masculinidade minha, do cumpade Joaquim e do QI da internet, Júnior.

Gerluce rebate, séria:

— Para com isso, Misael. Isso é preconceito. É uma boa ação!

Júnior, concentrado no computador, anuncia:

— Enviei o convite de uma falsa galeria para Dona Arminda ir com Santiago Ferette. O nome é fictício e fica distante da cidade, pra dar tempo de roubarmos a estátua e escondê-la.

Joaquim arregala os olhos:

— Caramba! Como você fez isso tão rápido?

Júnior responde com orgulho:

— Gerei com inteligência artificial e enviei pelo falso correio que contratei. Vai chegar hoje mesmo.

Gerluce dá uma risada satisfeita:

— Muito bom trabalho, Júnior. Mandou muito bem!

Joaquim resmunga:

— Eu só sei mexer com carro velho… esse negócio de AI não é comigo.

Misael dá um gole no alambique:

— Muito menos eu. Eu só sei beber.

Viviane olha para o relógio e avisa:

— Logo à meia-noite nossa ação começa. Melhor todos se arrumarem e colocarem o look da máfia.

Gerluce olha para a garagem:

— E o furgão, está com gasolina pra poder ir e voltar?

Joaquim coça o queixo e responde:

— Sim, Gerluce, minha filha. Arrumei o furgão e enchi o tanque.

Misael, já mijando no tanque do furgão, comenta rindo:

— Eu tô preenchendo o resto… meu mijo tem álcool!

Todos caem na gargalhada:

— Esse é o nosso mijão!

Na mansão – 11h00 da noite

Arminda se arrumava, toda cheirosa, para o evento que não existia — muito menos a galeria. Santiago Ferette estava animado, querendo comprar uma nova arte.

— Arminda, será que vamos conseguir revender a estátua das Três Graças por um preço ainda maior?

Arminda se vira, confiante:

— Claro que sim, meu amor. Mas nós enviaremos uma estátua réplica, cheia de remédios em vez de dinheiro. Só assim podemos sair no lucro.

Santiago Ferette olha decidido:

— Pode deixar. Agora vamos, que já estamos atrasados. Negócio é negócio, e negócio dá dinheiro.

Arminda e Ferette partem para o suposto evento da galeria — que não existe. Era o plano de Gerluce prestes a entrar em ação.

Aqui está o Capítulo 4 final: Estátua que Salvou Vidas revisado e melhorado, mantendo o estilo novelesco e fanficado, mas com correções de ortografia, pontuação e fluidez narrativa:

Capítulo 4 final: Estátua que Salvou Vidas

Já era meia-noite. Todos dentro do furgão se sentiam mafiosos do bem, pois o dinheiro escondido na estátua seria usado para comprar novos medicamentos capazes de curar as intoxicações que atingiam cada pessoa da cidade do Bairro das Graças. Além disso, com o laudo em mãos contra a empresa Ferette, Gerluce e Viviane planejavam prender Arminda e Santiago Ferette por anos, responsabilizando-os pelos crimes cometidos com medicamentos adulterados.

O furgão parou em frente à mansão. O silêncio da rua deixava o grupo ainda mais animado.

Gerluce olha para o relógio e diz:

— É agora que vamos entrar. Espero que Paulinho não esteja fazendo ronda pelo bairro. Eu vou entrar na casa e ficar com a senhora Josefa. A Cláudia me enviou mensagem no celular dizendo que Arminda e Ferette não estão mais lá. Agora vocês entram em ação.

Misael sorri, malandro:

— Pode deixar. Hoje o chicote estrala: nós levamos a estátua… e eu o bom uísque.

Viviane olha para o relógio:

— Está na hora.

Joaquim fala com cautela:

— Vamos ser rápidos. Mesmo sendo um plano que vai ajudar todos, não podemos dar bobeira com os tiras. Senão, até explicar que tomada não é focinho de porco… é cana.

Júnior confirma, digitando no computador:

— Verdade. Estou monitorando os tiras no PC. Já desliguei os alarmes e as câmeras das ruas.

Misael provoca:

— Vê se presta atenção e não fica jogando Counter Strike.

Horas depois, Gerluce, ao lado da senhora Josefa, conversava animada sobre o dia, mas no fundo sabia: tudo iria dar certo.

No local abandonado

Santiago Ferette olha para uma placa na parede:

— Sorria, vocês foram enganados.

Arminda arregala os olhos:

— Enganados por quem, Ferette?

Os dois se olham, aflitos:

— A estátua está em perigo… e nós também. Vamos acabar presos!

Arminda tenta ligar o carro:

— Liga esse carro, Santiago!

Santiago Ferette desespera:

— O carro não quer ligar… armaram contra nós!

Arminda folheia sua caderneta de contatos, nervosa:

— Mas quem será, Santiago Ferette? Quem nos traiu?

Na mansão

Passando da meia-noite, Joaquim, Viviane e Misael entram e anunciam:

— Todas quietinhas! É um assalto. Não se movam enquanto nós pegamos algo importante.

Senhora Josefa grita:

— Meu Deus, eles vão nos matar!

Gerluce acalma:

— Não, senhora Josefa. Só precisamos ficar calmas.

Misael, debochado, fala:

— Vou levar esses uísques também.

Seguindo pelo corredor, Viviane abre a porta. Joaquim se impressiona:

— Caramba, que bonita essa estátua das Graças!

Misael olha e decide:

— Vamos pegar e dar o fora. Coloca em cima do carrinho.

Alguns minutos depois, Joaquim, Viviane e Misael empurravam o carrinho com a estátua. Arminda, desesperada, tampava os olhos da senhora Josefa com a mão.

— Para que tampa meu rosto, Gerluce?

— Porque tem um mijão dos bandidos mijando na garrafa.

Júnior abre a porta do furgão e ajuda a colocar a estátua. Horas depois, o furgão sai levando as Três Graças.

Viviane tira uma foto do laudo e envia para Júnior, o QI da informática. Ele encaminha para a delegacia:

“Senhor delegado Jairo Barroso, policial Paulinho e demais policiais: esta é a estátua das Três Graças, que guarda milhões em dinheiro recebido dos moradores que compravam medicamentos da empresa Ferette, de Santiago Ferette e sua cúmplice Arminda. Nesse momento eles estão com o carro parado neste mapa de localização em SP. Favor prendê-los e colocá-los na cadeia.

Assinado: Missão sucedida.”

Presos pela graça

Quando Santiago Ferette tenta ligar o carro e sai do local, ao virar a esquina, carros de polícia cercam ele e Arminda.

Delegado Jairo Barroso sai do carro com Paulinho:

— Mãos para cima, Santiago Ferette e Arminda. Vocês estão presos!

Raul aparece e comenta:

— Bem que eu imaginava… você,mãe e Santiago Ferette, tinha algo envolvido. Usava máscara do Máskara… que decepção.

Arminda se vira, nervosa:

— Todo mundo erra. Mas errar e ser burra, deixar o laudo na estátua… é burrice demais. Vê se não usa porcaria.

Na TV, todos assistiam Santiago Ferette e Arminda sendo presos. Bagdá comenta:

— Agora eles vão ver como é morar na cadeia.

Gerluce dizia à senhora Josefa:

— Quem diria… sua filha escondia milhões em dinheiro.

Senhora Josefa liga o jazz e suspira:

— Agora a casa está mais tranquila. Eles que cumpram anos de cadeia. Agora quero champanhe e sossego. Vamos brindar.

Alguns dias e semanas

Passaram dias e semanas. Gerluce tornou-se a nova candidata vencedora do Bairro das Graças. Os medicamentos foram trocados, e as pessoas do bairro comemoravam: muitos já estavam melhorando.

Lígia Maria, mãe de Gerluce, dizia emocionada:

— Minha filha, já estou me sentindo melhor. Que bom que desmascarou Santiago Ferette e Arminda, junto com a empresa.

Gerluce lia uma revista e comentava:

— Essas pessoas são heróis.

A filha Joélly Maria completava:

— Sim, verdade. Agora meu filho pode nascer sem tomar medicamentos que prejudicam.

O Bairro das Graças agora seria um lugar tranquilo, pois até Bagdá e seu bando foram presos.

Bagdá, ao sair do banco, reclamava:

— Não fizemos nada… só queríamos um dinheiro.

Paulinho respondia firme:

— A partir de hoje vocês estão presos.

Gerluce, caminhando pela rua do bairro, declarava com orgulho:

— Como nova candidata do Bairro das Graças, isso aqui vai mudar para melhor. Nenhum que queira maldade vai morar aqui. Ou não me chamo Gerluce!

Agradeço a todos que acompanharam essa história.]



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