Pablo e Luisão
Em uma noite agitada na comunidade de Palmas, os inventores atrapalhados Pablo e Luisão decidem transformar uma velha lamparina em um projeto revolucionário: a Lamparina Voadora. Com ajuda dos filhos Paulo e Neto e sob o olhar desconfiado de Conceição, a experiência promete iluminar o bairro — mas acaba mergulhando todos em confusão e risadas. Entre broncas, improvisos e sonhos de voo, nasce uma história divertida sobre amizade, criatividade e o poder de acreditar nas ideias mais malucas.
Pablo e Luisão
Em uma noite agitada na comunidade de Palmas, os inventores atrapalhados Pablo e Luisão decidem transformar uma velha lamparina em um projeto revolucionário: a Lamparina Voadora. Com ajuda dos filhos Paulo e Neto e sob o olhar desconfiado de Conceição, a experiência promete iluminar o bairro — mas acaba mergulhando todos em confusão e risadas. Entre broncas, improvisos e sonhos de voo, nasce uma história divertida sobre amizade, criatividade e o poder de acreditar nas ideias mais malucas.
A Lamparina Voadora
conto Fanfic
Observação: Este conto é uma fanfic original escrita por Edivaldo Lima, baseada na série de sucesso criada por Paulo vieira e exibida no Globoplay. A obra é uma homenagem criativa, sem intenção de copiar ou substituir o conteúdo original, trazendo novas situações e diálogos que refletem meu estilo pessoal de escrita.
criada e escrita por Edivaldo Lima
Baseado na série Pablo e Luisão criada escrita por Paulo Vieira
Gênero: Dramédia, Comédia, Mistério,fictício
personagens dessa história: Luisão vieira pai,Pablo amigo de Luisão,Paulo vieira,Neto Vieira filhos,Conceição Vieira mãe.
[Palmas Tocantis 7h15 da manhã
(Som de galo cantando: “Cocoricóóó!” seguido de palmas ritmadas da vizinhança)
Luisão (acordando, batendo palmas para espantar o sono):
— Ôxe, hoje é o dia, visse? Eu e Pablo vamos lucrar com nossa criatividade! Tô com umas ideias da boa pra ganhar dinheiro!
(Som de porta rangendo: “Creeeeek!”)
Pablo (entra sorridente, com sotaque arrastado e rindo):
— Hehehe… Eu tô com umas ideias melhor ainda, só!
(Luisão escova os dentes, barulho de escova: “scritch scritch scritch”)
Luisão (com a boca cheia de espuma, falando enrolado):
— Que ideia são essas, homi?
Pablo (olhando pro céu, mãos abertas, como se segurasse algo invisível):
— A lamparina voadora! Já pensou o mundo conhecer essa criatividade, Luis?
(Som de palmas rápidas: “plá plá plá plá!”)
Luisão (sorri, balança a cabeça):
— Hehee… Mas será que vai dar certo, Pablo?
Pablo (fazendo suspense, olhando firme):
— Não custa tentar. Se der certo, a gente vai parar até em programa de TV!
Paulo aparece olhando:
— Ô pai, o que vocês tão fazendo aí, outra invenção?
Luisão se vira:
— Hehehe... Outra, filho! Essa vai ter sucesso — diz Pablo.
Paulo, comendo cocada:
— Será, pai? O senhor e o Pablo já tentaram tantas...
Pablo se vira:
— Tentando é que a gente consegue! Paulinho, passa o alicate pro tio Pablo.
Luis olha o desenho no papel:
— Se nós colocar duas asas a mais, hein Pablo?
Pablo olha e sorri:
— Hehehe... Você é um gênio, Luis! Aí vai voar alto!
Neto aparece com duas latas de óleo:
— Olha, pai! Achei duas latas vazias de óleo pra enrolar linha de pipa.
Luisão se vira:
— Opa, fio! Isso vai servir pra nós usar, não é Pablo?
Pablo olha:
— Sim, pega o cortador de lata.
Luis faz as asas, Neto pega a lamparina pro tio Pablo.
Paulo olha:
— A lamparina da mamãe... Ela tem ciúmes daquela lamparina encostada!
Luis se vira:
— Pega lá, Paulo! Depois eu compro um buquê de rosas e o Neto,entrega o buquê de rosas pra sua mãe, pra ela não ficar brava.
Conceição, lavando roupa, grita:
— Luuuiiiiiissssss!... Venha já aqui, homem! Minha máquina quebrou!
Pablo se vira:
— Aproveita e traz o motor da máquina, nós usa!
Luis sorri:
— Hehehe... Já vou, mulher! Meu amor, Conceição!
No quartinho velho
(Som de porta rangendo: “Creeeeek!” e passos apressados: “toc toc toc”)
Paulo olha pro irmão Neto:
— Temos que ser rápido, visse? Se mamãe pegar nós aqui, vai ser espada-de-São-Jorge batendo nas nossas pernas!
(Som de vento entrando pela fresta: “fuuuuhhh”)
Neto, arregalando os olhos:
— Eu não quero levar lambada de espada-de-São-Jorge não, homi!
(Som de coração acelerado: “tum tum tum tum”)
Paulo fala firme:
— Muito menos eu! Bora entrar ligeiro e pegar logo a lamparina!
(Som de trinco batendo: “clac!” seguido de silêncio tenso)
Neto cochicha:
— Oxi, mermão… tá muito escuro aqui, acende a luz!
Paulo dá um sorriso:
— Hehehe… tá com medo do escuro, Neto? Aqui não tem bicho-papão não, só a dentadura do bisavô!
(Paulo acende a luz)
— Agora temos que ser ligeiro. Tu fica na porta, de campana. Eu vou mexer nas caixas.
Neto cruza os braços:
— E por que eu tenho que ficar na porta, e não mexer nas caixas também?
Paulo, já revirando as coisas:
— Porque tu é o irmão caçula, e irmão caçula tem que obedecer o mais velho. Isso vem da família desde o tempo dos nossos tataravô!
Neto, bufando e cruzando os braços (som de resmungo: “grrrr”):
— Ôxi… sempre sobra pra mim, né?
Paulo, comendo cocada (som de mordida crocante: “crac!”):
— Sobra sim, Neto… e também sobra as palmadas de espada-de-São-Jorge se tu não me ajudar!
Paulo abre a caixa (som de papel velho: “fruushhh”):
— Caramba, hein Neto… esse gibi é véio demais!
Neto sorri (som de risadinha: “hehehe”):
— Do Tio Patinhas… mas eu nunca aprendi a guardar tanta moeda como ele. Sempre gastei tudo em doce lá na venda!
Paulo folheando a revistinha (som de páginas virando: “flap flap flap”):
— Verdade… o dono da venda, que nem mora mais aqui, uma hora dessas virou o próprio Tio Patinhas!
Pablo caminha no corredor (som de passos: “toc toc toc”):
— Caramba… sempre que tô na casa do Luis e da Conceição nunca sei onde é o banheiro. Essas portas tudo igual! Já tô com um projeto de novas portas pra essa casa, vou falar com o Luis.
(Som de batida na porta: “toc toc toc!”)
— Alguém tá no banheiro?
Neto abre a porta rápido (som de trinco: “clac!”):
— Ô tio Pablo, aqui não é o banheiro não! É o quartinho velho, onde tá a lamparina. O banheiro é aquela outra porta ali.
Pablo sorri (som de risadinha: “hehehe”):
— Valeu, Neto! Assim que achar a lamparina, leva lá pro tio, viu?
Conceição entra (som de passos firmes: “toc toc toc” e voz alta):
— Paulooooo! Netooooo! Onde vocês tão? Se tiverem aprontando, vocês vão ver só!
Neto, suando (som de pingos: “ploc ploc”):
— Nossa mãe entrou chamando por nós, Paulo… e agora?
Paulo, segurando um cabide (som metálico: “clinc!”):
— Agora é rezar pra ela não pegar nós no fraga com a lamparina… ainda bem que ela não tá com a espada-de-São-Jorge!
Neto olha para a caixa:
— Olha lá a lamparina… mas ela tá de chinelos havaianas!
Paulo olha para o irmão e sorri:
— Mas garanto que as palmadas de espada-de-São-Jorge doem mais. Vem cá, faz um murinho pra eu subir e pegar a lamparina. Depois leva pro nosso pai e pro tio Pablo.
Neto coloca a mão na cintura:
— Mas eu fazer murinho?
Paulo sorri (som de risadinha: “hehehe”):
— Não reclama… depois eu te pago umas fichas de fliperama!
Luis entra na casa:
— Cadê o Paulo e o Neto com a lamparina?
Pablo fecha a porta do banheiro (som de trinco: “clac!”) e faz sinal para Luis:
— Eles tão ali, no quartinho velho. Logo eles trazem pra nós a lamparina. Precisamos urgente fazer um projeto de novas portas!
Luis sorri (som de risadinha: “hehehe”):
— Errou o banheiro outra vez, hein?
Pablo, comendo banana (som de mordida: “nhac!”):
— Pois é, meu amigo… sorte que o Neto me mostrou o caminho. Agora vamos ao projeto da lamparina!
Luis sorri novamente:
— É claro! Vou fazer as asas com as latas de óleo.
Conceição na porta do quartinho velho (som de passos firmes: “toc toc toc”):
— Tem alguém no banheiro?
Neto, suando (som de pingos: “ploc ploc”):
— Não, mãe… aqui é o quartinho velho, não o banheiro!
Conceição sorri (som de risadinha: “hehehe”):
— Eu sei que é o quartinho… só queria saber o que vocês tão mexendo aí dentro.
Paulo, suando e segurando uma caixa:
— Nada não, mãe… só tentando encontrar uns gibis velhos.
Conceição, brava (voz alta):
— Pauloooo Vieira! Netoooo Vieira! Saíam já daí e mostrem essas revistinhas!
Neto, tremendo:
— A senhora não vai bater na gente, né?
Neto abre a porta; ele e Paulo saem correndo.
Paulo, segurando a lamparina:
— É só a lamparina velha, mãe! É por uma boa causa… o novo projeto do papai e do tio Pablo!
Luis aparece, sorrindo:
— Calma, meu amor, não bate neles não. O nome do projeto é Lamparina Voadora. Vai ser um sucesso… assim diz o Pablo.
Pablo surge conectando fios nas asas feitas de lata:
— Sim, Conceição! Vai voar igual ao 14-Bis!
Conceição sorri (som de risadinha: “hehehe”):
— Vocês não têm jeito mesmo… só quero ver uma lamparina voar. Onde já se viu isso?
Pablo e Luis falam juntos:
— Ora, Conceição… aqui em Palmas, Tocantins, pela primeira vez!
Paulo, imaginando:
— Tomara que dê certo, pai… tio Pablo!
Pablo sorri:
— É só acreditar, Paulinho!
Neto, curioso:
— E quando vai colocar ela pra voar, pai? Tio Pablo?
Luis se vira para Pablo:
— Quando chegar a noite vai ter efeito de luzes e tudo, não é, Pablo?
Pablo sorri (som de risadinha: “hehehe”):
— Se duvidar… até show pirotécnico!
Conceição sorri (som de gargalhada: “hahahaha”):
— Vocês não têm jeito mesmo!
Assim chega a noite.
A comunidade do bairro estava mais ansiosa que o próprio Pablo e o Luisão.
Pablo olha para Luis:
— É agora, Luis! Aproveita o vento, puxa a cordinha das asas e joga ela pra cima!
Naquele momento todos olham a lamparina subir.
Paulo, admirado:
— Caramba… tá começando a voar!
Neto sorri (som de risadinha: “hehehe”):
— Olha só… a lamparina velha querendo voar!
Conceição sorri (som de gargalhada: “hahaha”):
— Não acredito nisso…
Mas de repente, a lamparina voadora, com o vento forte, começa a sacudir, bate no poste e cai no chão. As luzes do bairro se apagam.
Conceição, brava:
— Luissss! Pabloooo! Fiquei sem minha novela!
Pablo sorri, tentando acalmar:
— Calma, Conceição… a luz volta. Pelo menos nós tentamos!
Luis olha para Conceição:
— Calma, meu amor… hoje tem jantar à luz de vela.
Paulo olha para a câmera imaginária:
— Pablo e Luisão não têm limite…
“Agradeço a todos que acompanharam esta história de Conto Fanfic.”]
conto Fanfic
Observação: Este conto é uma fanfic original escrita por Edivaldo Lima, baseada na série de sucesso criada por Paulo vieira e exibida no Globoplay. A obra é uma homenagem criativa, sem intenção de copiar ou substituir o conteúdo original, trazendo novas situações e diálogos que refletem meu estilo pessoal de escrita.
criada e escrita por Edivaldo Lima
Baseado na série Pablo e Luisão criada escrita por Paulo Vieira
Gênero: Dramédia, Comédia, Mistério,fictício
personagens dessa história: Luisão vieira pai,Pablo amigo de Luisão,Paulo vieira,Neto Vieira filhos,Conceição Vieira mãe.
[Palmas Tocantis 7h15 da manhã
(Som de galo cantando: “Cocoricóóó!” seguido de palmas ritmadas da vizinhança)
Luisão (acordando, batendo palmas para espantar o sono):
— Ôxe, hoje é o dia, visse? Eu e Pablo vamos lucrar com nossa criatividade! Tô com umas ideias da boa pra ganhar dinheiro!
(Som de porta rangendo: “Creeeeek!”)
Pablo (entra sorridente, com sotaque arrastado e rindo):
— Hehehe… Eu tô com umas ideias melhor ainda, só!
(Luisão escova os dentes, barulho de escova: “scritch scritch scritch”)
Luisão (com a boca cheia de espuma, falando enrolado):
— Que ideia são essas, homi?
Pablo (olhando pro céu, mãos abertas, como se segurasse algo invisível):
— A lamparina voadora! Já pensou o mundo conhecer essa criatividade, Luis?
(Som de palmas rápidas: “plá plá plá plá!”)
Luisão (sorri, balança a cabeça):
— Hehee… Mas será que vai dar certo, Pablo?
Pablo (fazendo suspense, olhando firme):
— Não custa tentar. Se der certo, a gente vai parar até em programa de TV!
Paulo aparece olhando:
— Ô pai, o que vocês tão fazendo aí, outra invenção?
Luisão se vira:
— Hehehe... Outra, filho! Essa vai ter sucesso — diz Pablo.
Paulo, comendo cocada:
— Será, pai? O senhor e o Pablo já tentaram tantas...
Pablo se vira:
— Tentando é que a gente consegue! Paulinho, passa o alicate pro tio Pablo.
Luis olha o desenho no papel:
— Se nós colocar duas asas a mais, hein Pablo?
Pablo olha e sorri:
— Hehehe... Você é um gênio, Luis! Aí vai voar alto!
Neto aparece com duas latas de óleo:
— Olha, pai! Achei duas latas vazias de óleo pra enrolar linha de pipa.
Luisão se vira:
— Opa, fio! Isso vai servir pra nós usar, não é Pablo?
Pablo olha:
— Sim, pega o cortador de lata.
Luis faz as asas, Neto pega a lamparina pro tio Pablo.
Paulo olha:
— A lamparina da mamãe... Ela tem ciúmes daquela lamparina encostada!
Luis se vira:
— Pega lá, Paulo! Depois eu compro um buquê de rosas e o Neto,entrega o buquê de rosas pra sua mãe, pra ela não ficar brava.
Conceição, lavando roupa, grita:
— Luuuiiiiiissssss!... Venha já aqui, homem! Minha máquina quebrou!
Pablo se vira:
— Aproveita e traz o motor da máquina, nós usa!
Luis sorri:
— Hehehe... Já vou, mulher! Meu amor, Conceição!
No quartinho velho
(Som de porta rangendo: “Creeeeek!” e passos apressados: “toc toc toc”)
Paulo olha pro irmão Neto:
— Temos que ser rápido, visse? Se mamãe pegar nós aqui, vai ser espada-de-São-Jorge batendo nas nossas pernas!
(Som de vento entrando pela fresta: “fuuuuhhh”)
Neto, arregalando os olhos:
— Eu não quero levar lambada de espada-de-São-Jorge não, homi!
(Som de coração acelerado: “tum tum tum tum”)
Paulo fala firme:
— Muito menos eu! Bora entrar ligeiro e pegar logo a lamparina!
(Som de trinco batendo: “clac!” seguido de silêncio tenso)
Neto cochicha:
— Oxi, mermão… tá muito escuro aqui, acende a luz!
Paulo dá um sorriso:
— Hehehe… tá com medo do escuro, Neto? Aqui não tem bicho-papão não, só a dentadura do bisavô!
(Paulo acende a luz)
— Agora temos que ser ligeiro. Tu fica na porta, de campana. Eu vou mexer nas caixas.
Neto cruza os braços:
— E por que eu tenho que ficar na porta, e não mexer nas caixas também?
Paulo, já revirando as coisas:
— Porque tu é o irmão caçula, e irmão caçula tem que obedecer o mais velho. Isso vem da família desde o tempo dos nossos tataravô!
Neto, bufando e cruzando os braços (som de resmungo: “grrrr”):
— Ôxi… sempre sobra pra mim, né?
Paulo, comendo cocada (som de mordida crocante: “crac!”):
— Sobra sim, Neto… e também sobra as palmadas de espada-de-São-Jorge se tu não me ajudar!
Paulo abre a caixa (som de papel velho: “fruushhh”):
— Caramba, hein Neto… esse gibi é véio demais!
Neto sorri (som de risadinha: “hehehe”):
— Do Tio Patinhas… mas eu nunca aprendi a guardar tanta moeda como ele. Sempre gastei tudo em doce lá na venda!
Paulo folheando a revistinha (som de páginas virando: “flap flap flap”):
— Verdade… o dono da venda, que nem mora mais aqui, uma hora dessas virou o próprio Tio Patinhas!
Pablo caminha no corredor (som de passos: “toc toc toc”):
— Caramba… sempre que tô na casa do Luis e da Conceição nunca sei onde é o banheiro. Essas portas tudo igual! Já tô com um projeto de novas portas pra essa casa, vou falar com o Luis.
(Som de batida na porta: “toc toc toc!”)
— Alguém tá no banheiro?
Neto abre a porta rápido (som de trinco: “clac!”):
— Ô tio Pablo, aqui não é o banheiro não! É o quartinho velho, onde tá a lamparina. O banheiro é aquela outra porta ali.
Pablo sorri (som de risadinha: “hehehe”):
— Valeu, Neto! Assim que achar a lamparina, leva lá pro tio, viu?
Conceição entra (som de passos firmes: “toc toc toc” e voz alta):
— Paulooooo! Netooooo! Onde vocês tão? Se tiverem aprontando, vocês vão ver só!
Neto, suando (som de pingos: “ploc ploc”):
— Nossa mãe entrou chamando por nós, Paulo… e agora?
Paulo, segurando um cabide (som metálico: “clinc!”):
— Agora é rezar pra ela não pegar nós no fraga com a lamparina… ainda bem que ela não tá com a espada-de-São-Jorge!
Neto olha para a caixa:
— Olha lá a lamparina… mas ela tá de chinelos havaianas!
Paulo olha para o irmão e sorri:
— Mas garanto que as palmadas de espada-de-São-Jorge doem mais. Vem cá, faz um murinho pra eu subir e pegar a lamparina. Depois leva pro nosso pai e pro tio Pablo.
Neto coloca a mão na cintura:
— Mas eu fazer murinho?
Paulo sorri (som de risadinha: “hehehe”):
— Não reclama… depois eu te pago umas fichas de fliperama!
Luis entra na casa:
— Cadê o Paulo e o Neto com a lamparina?
Pablo fecha a porta do banheiro (som de trinco: “clac!”) e faz sinal para Luis:
— Eles tão ali, no quartinho velho. Logo eles trazem pra nós a lamparina. Precisamos urgente fazer um projeto de novas portas!
Luis sorri (som de risadinha: “hehehe”):
— Errou o banheiro outra vez, hein?
Pablo, comendo banana (som de mordida: “nhac!”):
— Pois é, meu amigo… sorte que o Neto me mostrou o caminho. Agora vamos ao projeto da lamparina!
Luis sorri novamente:
— É claro! Vou fazer as asas com as latas de óleo.
Conceição na porta do quartinho velho (som de passos firmes: “toc toc toc”):
— Tem alguém no banheiro?
Neto, suando (som de pingos: “ploc ploc”):
— Não, mãe… aqui é o quartinho velho, não o banheiro!
Conceição sorri (som de risadinha: “hehehe”):
— Eu sei que é o quartinho… só queria saber o que vocês tão mexendo aí dentro.
Paulo, suando e segurando uma caixa:
— Nada não, mãe… só tentando encontrar uns gibis velhos.
Conceição, brava (voz alta):
— Pauloooo Vieira! Netoooo Vieira! Saíam já daí e mostrem essas revistinhas!
Neto, tremendo:
— A senhora não vai bater na gente, né?
Neto abre a porta; ele e Paulo saem correndo.
Paulo, segurando a lamparina:
— É só a lamparina velha, mãe! É por uma boa causa… o novo projeto do papai e do tio Pablo!
Luis aparece, sorrindo:
— Calma, meu amor, não bate neles não. O nome do projeto é Lamparina Voadora. Vai ser um sucesso… assim diz o Pablo.
Pablo surge conectando fios nas asas feitas de lata:
— Sim, Conceição! Vai voar igual ao 14-Bis!
Conceição sorri (som de risadinha: “hehehe”):
— Vocês não têm jeito mesmo… só quero ver uma lamparina voar. Onde já se viu isso?
Pablo e Luis falam juntos:
— Ora, Conceição… aqui em Palmas, Tocantins, pela primeira vez!
Paulo, imaginando:
— Tomara que dê certo, pai… tio Pablo!
Pablo sorri:
— É só acreditar, Paulinho!
Neto, curioso:
— E quando vai colocar ela pra voar, pai? Tio Pablo?
Luis se vira para Pablo:
— Quando chegar a noite vai ter efeito de luzes e tudo, não é, Pablo?
Pablo sorri (som de risadinha: “hehehe”):
— Se duvidar… até show pirotécnico!
Conceição sorri (som de gargalhada: “hahahaha”):
— Vocês não têm jeito mesmo!
Assim chega a noite.
A comunidade do bairro estava mais ansiosa que o próprio Pablo e o Luisão.
Pablo olha para Luis:
— É agora, Luis! Aproveita o vento, puxa a cordinha das asas e joga ela pra cima!
Naquele momento todos olham a lamparina subir.
Paulo, admirado:
— Caramba… tá começando a voar!
Neto sorri (som de risadinha: “hehehe”):
— Olha só… a lamparina velha querendo voar!
Conceição sorri (som de gargalhada: “hahaha”):
— Não acredito nisso…
Mas de repente, a lamparina voadora, com o vento forte, começa a sacudir, bate no poste e cai no chão. As luzes do bairro se apagam.
Conceição, brava:
— Luissss! Pabloooo! Fiquei sem minha novela!
Pablo sorri, tentando acalmar:
— Calma, Conceição… a luz volta. Pelo menos nós tentamos!
Luis olha para Conceição:
— Calma, meu amor… hoje tem jantar à luz de vela.
Paulo olha para a câmera imaginária:
— Pablo e Luisão não têm limite…
“Agradeço a todos que acompanharam esta história de Conto Fanfic.”]

