Crônica: “Sombras na Mata e Traços de Nanquim”

Contos de Histórias
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Sinopse:

Na noite de 23 de novembro de 1987, o cartunista Edivaldo Lima é convocado pela policial Erika e pelo delegado Aristólfo para acompanhar o agente de segurança James em uma missão na mata, às margens de um rio. 

O foragido Sebastião, carregando uma maleta de um bilhão pertencente ao magnata Elrico, é capturado após uma perseguição tensa. 

Edivaldo registra a cena em traços de nanquim, ilustrando James como herói. No dia seguinte, sua arte estampa a capa do jornal, transformando o ato policial em memória impressa e símbolo de justiça.

Gênero: Crônica,policial,artistica 

Arte: Edivaldo Lima

personagens dessa história:Edivaldo Lima,James (agente de segurança)Erika (policial) Delegado Aristólfo (foragido) Magnata Elrico.

[Relato ilustrado de hoje:

Na noite de 23 de novembro de 1987, o cartunista Edivaldo Lima estava em seu ateliê, cercado por folhas brancas e o cheiro forte de nanquim. O silêncio foi interrompido por uma batida firme na porta:

TOC TOC TOC!

Era Erika, policial de olhar decidido. Ela explicou que o agente James, junto do delegado Aristólfo, estava em missão para capturar o foragido Sebastião, que escondia uma maleta misteriosa entre a mata do rio.

Intrigado, Edivaldo pegou seu canetão. SCRATCH SCRATCH — o som da ponta riscando o papel já anunciava que a noite seria diferente.

De repente, CRAC! SNAP! — galhos quebrando. Sebastião surgiu das sombras com a maleta. Após perseguição intensa, James conseguiu capturá-lo e recuperar o objeto.

Aristólfo (com voz firme): — Excelente trabalho, James. Essa maleta vale um bilhão, pertence ao magnata Elrico. O povo precisa ver quem são seus salvadores.

Enquanto o delegado falava, Edivaldo registrava tudo em traços firmes de nanquim. O desenho mostrava James segurando a maleta, como ato heroico, cercado pela mata e pelo rio.

Na manhã seguinte, o som das rotativas ecoava: VRUUUM VRUUUM CLACK CLACK. O jornal estampava em sua primeira página:

“James, o salvador da noite — captura a maleta de um bilhão do magnata Elrico. Retrato ilustrativo de Edivaldo Lima mostra o herói como delegado Aristólfo desejava.”]





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