Sinopse:Isabela sonha em ser musa, mas o fotógrafo Ruan recusa seu pedido. Entre frustrações e descobertas, Felipe a leva ao ateliê de Edivaldo Lima, onde o nanquim transforma desejo em personagem. Com diálogos cheios de humor e drama, acompanhados de onomatopeias, a crônica revela como arte pode reinventar identidades. Entre o olhar atento da mãe Vera, o traço firme do cartunista e o gato curioso que invade a cena, nasce a “Musa Cartunesca”: não mais modelo, mas personagem eterna nos traços de nanquim.
Gênero: Crônica,dramédia,ficção,arte
Arte: Edivaldo Lima
personagens dessa história:Edivaldo Lima,Isabela (musa cartunesta )Ruan(fotógrafo) Felipe ( amigo de Isabela) Vera ( mãe de Isabela ) gato.
Gênero: Crônica,dramédia,ficção,arte
Arte: Edivaldo Lima
personagens dessa história:Edivaldo Lima,Isabela (musa cartunesta )Ruan(fotógrafo) Felipe ( amigo de Isabela) Vera ( mãe de Isabela ) gato.
[Relato: Ilustrado de Hoje
Isabela sempre sonhou em ser retratada. Ruan, o fotógrafo, recusou com um seco “não”. Felipe, amigo fiel, descobriu o ateliê escondido. Vera, mãe de Isabela, suspirava entre orgulho e receio. Edivaldo Lima, com sua prancheta, rabiscava pela manhã.
“Toc-toc!” — bateram à porta. “Quem será?” — murmurou Edivaldo, ajeitando o canetão. Isabela entrou, olhos brilhando. “Quero ser musa, não modelo.” Felipe sorriu: “Ele vai te transformar.”
Ruan apareceu, contrariado. “Foto não, traço sim!” — respondeu Edivaldo. “Mas eu queria luz, câmera…” — resmungou Ruan. “Scritch, scritch!” — o nanquim corria na folha.
Isabela observava, encantada.
“Olha, mãe, estou virando personagem!” Vera sorriu: “Filha, isso é arte.” Felipe cochichou: “Você já não é só retrato.” “Tap-tap!” — o gato pulou na mesa. Edivaldo riu: “Até o gato quer participar.”
Isabela suspirou: “Quero eternidade nos traços.” Ruan retrucou: “Eternidade não se fotografa.” Felipe rebateu: “Mas se desenha.” “Clac!” — a tampa da tinta fechou. Edivaldo ergueu o papel: “Aqui está.”
Isabela viu-se musa cartunesca. Ruan, em silêncio, reconheceu o poder. Felipe aplaudiu: “Você nasceu em nanquim.” Vera chorou: “Minha filha virou arte.”
Edivaldo concluiu: “Nos traços, você é eterna.”]
