História Dr.Bean

Contos de Histórias
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Dr. Bean:

Em meio ao caos cômico do hospital Chicago Pronto Riso, o excêntrico e genial Dr. Bean enfrenta situações médicas absurdas com criatividade, precisão cirúrgica e um humor irresistível. Ao lado de uma equipe tão peculiar quanto ele — incluindo a enfermeira Roche, o enfermeiro Charlie e a enigmática Dra. Rochelle — Bean transforma cada emergência em um espetáculo de risadas e soluções improváveis. Prepare-se para uma temporada onde a medicina encontra o inesperado… e a dentadura pode virar vitrola.

História criada escrita por Edivaldo Lima.

Histórias de Sériados

temporada 1

5 episódios

Gênero:comédia médica

personagem principal: Dr Bean personagens secundários: enfermeira Roche,enfermeiro Charlie Harper,Dra. Rochelle,enfermeiro Julios,enfermeiro Maicon,Dra. Jay,enfermeira Vivian.

[Episódio 1: Dentaduras Vitrola

Bean caminhava tranquilamente até o ponto de ônibus em Chicago, segurando sua maleta e observando o movimento sereno daquele fim de tarde. Estava ansioso: era seu primeiro dia no hospital Chicago Pronto Riso. Ao chegar ao ponto, encontra uma simpática senhora de cerca de 70 anos.

— Bom dia, senhora! Tudo bem?

Ela olha para Bean e, ao abrir a boca para responder, começa a tocar um rock dos anos 60. Isso mesmo: a boca dela virou uma jukebox! A dentadura salta da boca e cai no chão, girando como uma vitrola desgovernada.

Bean, sem perder a compostura, saca uma pinça da maleta, calça a luva e, com dois toques precisos, desliga a dentadura musical. A senhora, aliviada, agradece:

— Obrigada, doutor!

Bean responde com um sorriso:

— Nada que uma pinça não resolva. Às vezes, é só tirar a agulha da vitrola!

Ela sorri, ainda sem os dentes, antes de recolocar a dentadura.

— Qual é o seu nome?

— Me chamo Bean. Doutor Bean. Ah, meu ônibus chegou!

O ônibus abre a porta e Bean entra. Antes de partir, ele olha para a senhora:

— Isso já aconteceu antes, senhora?

Ela sorri, agora com a dentadura no lugar:

— Não, Doutor Bean. Foi o Gael, meu neto de dois anos. Ele desmontou o rádio do avô e, de alguma forma, encaixou uma peça na minha dentadura. Faz dias que ela anda com esse sintoma de vitrola musical!

Bean dá uma risadinha e responde:

— Cuide bem do gato. Vai que ele vira DJ de dentadura também!

Episódio 2: A Pena Mágica

Charlie estava de plantão no hospital Chicago Pronto Riso quando chegou um paciente mal-humorado chamado Tonny. Ele não queria rir há dias e estava acompanhado de sua filha atraente, Erica. Charlie Harper, ao vê-la, ficou encantado.

(Pensando) — Tenho que fazer esse senhor sorrir... só assim consigo o número de telefone dela!

Charlie começou a examinar Tonny com luzes coloridas que emitiam boas energias. Até que a doutora Rochele apareceu.

— Qual é o caso, enfermeiro Charlie Harper?

Charlie, fazendo uma careta para Tonny, respondeu:

— O caso é mais complicado do que parece, doutora Rochele. Ele está de mau humor... parece meu irmão Alan quando termina com as namoradas.

Erica olhou para o pai com expressão séria:

— Faz duas semanas que ele não sorri, enfermeiro Charlie... doutora Rochele.

A doutora Rochele observou Tonny atentamente.

— Já tentou fazer ele assistir Todo Mundo Odeia o Chris?

Erica sorriu:

— Papai não gosta de seriados... só assiste telejornal.

Charlie tentou mais uma vez com caretas, mas Tonny continuava sério.

— Que dureza... esse homem não ri nem com palhaço de circo. Parece que o mau humor empacou nele!

Erica, agora desesperada:

— Isso é sério, enfermeiro Charlie! Doutora Rochele!

Charlie, insistindo nas caretas:

— Nesse caso, ele vai ter que ficar internado assistindo sitcoms todos os dias.

Doutora Rochele, examinando:

— Em outros casos, só a vacina da alegria resolve...

Eis que, às 20h, chega a salvação: o ônibus para em frente ao hospital. Dr. Bean desce, cumprimenta o mendigo Ronaldo com um sorriso e olha para o relógio.

— Hospital muito calmo para meu primeiro dia... estranho — comenta Dr. Bean.

Ao entrar, todos olham para ele. Dr. Bean olha para o sapato, desconfiado.

— Será que pisei em cocô de gato?

— Boa noite a todos! Qual é o caso desse senhor?

Charlie responde:

— Não ri há duas semanas. Prefere telejornal a seriado.

Dr. Bean examina Tonny, faz uma careta e declara:

— Já sei a solução, enfermeiro Charlie... doutora Rochele.

Todos ficam impressionados.

— Já sabe, Dr. Bean?

Dr. Bean abre sua maleta, pega um frasco de óleo e uma pena brilhante.

— Senhor Tonny, relaxe...

Ao relaxar, Dr. Bean passa a pena mágica no rosto de Tonny. De repente:

— Haaaaa!... Haaaaa!... Esse enfermeiro com cara de palhaço é engraçado!

Tonny volta ao normal, sorrindo e feliz. Dr. Bean pergunta:

— Como o senhor se sente, Sr. Tonny?

— Me sinto feliz! Agradeço a todos vocês!

Charlie chama Erica num canto, olha nos olhos dela e diz:

— Estou receitando para seu pai uma cartela de comprimidos da alegria. Evite que ele assista muito telejornal... coloque algum seriado, por gentileza. E... me passa seu número de WhatsApp pra gente manter contato?

Ela sorri e entrega um bilhete para Charlie Harper.

— Esse é o número, enfermeiro Charlie Harpie. Até mais!

Charlie sorri, encantado.

— Nesse hospital não tem como ficar de mau humor...

Dr. Bean sorri também:

— Não mesmo, Charlie...

Episódio 3: Epidemia de Mal Morados

Na manhã seguinte, Julios estava ao telefone tentando convencer Chris a não desistir da faculdade.

— Alô, Chris, meu filho! Já falou pra Tonha ficar longe daqueles amigos mal-humorados? Ela é sua irmã, minha princesinha!

Chris, sentado na sala da faculdade, sorri:

— Sim, pai. Já avisei. Ela vai se afastar dessas pessoas... mas a Tonha mal-humorada é dose!

Julios escuta uma chamada no alto-falante:

— Enfermeiro Julios, atendimento urgente!

— Filho, bons estudos! O caldo engrossou aqui. Até mais!

Chris, comendo biscoito, comenta:

— Até meu pai faz as pessoas sorrirem...

Julios, desesperado, corre pelos corredores do hospital Chicago Pronto Riso:

— O que será agora? Aqui não se pode perder o bom humor nem por um segundo!

Rochelle, de braços cruzados, observa com firmeza:

— Que houve agora, Julios? Estou esperando ver se esse menino Carlinho sorri…

Ela aponta para o garoto sentado na maca, com expressão emburrada:

— Já apliquei o soro da alegria. Sorria, menino… ou vou ter que usar a pena!

Julios arregala os olhos:

— A pena mágica? Não diga que chegou a esse ponto!

Rochelle suspira:

— Se ele não sorrir até o final do plantão, vai ter sessão dupla de sitcom e pena no rosto. Aqui, tristeza não tem leito!

Charlie corre pelo corredor com um sorriso travesso e seringas de 2ml rotuladas como “cócegas”:

— Vivian! Vou fazer umas pessoas sorrirem... depois venho ter um encontro com você. Com flores... e muitos risos!

Vivian, encostada na parede, cruza os braços e responde com charme:

— Traz bombons, Charlie. Assim posso te fazer uma surpresa...

Charlie desacelera, olha para ela com aquele olhar de galã e sussurra:

— Escolhe a melhor lingerie...

De repente, Dr. Bean surge atrás deles com expressão séria e maleta na mão:

— Temos muitos pacientes, Charlie. E Vivian... aqui é um hospital, não um motel!

Charlie engole seco, Vivian dá uma risadinha, e o corredor volta ao caos cômico habitual.

Dr. Jay entra na sala segurando um frasco de remédio com etiqueta: “Alegria 6ml”:

— Dona Harmenia, estou vendo que seu mau humor hoje está complicado…

Ela, sentada com cara emburrada, responde:

— Não vejo graça nesse sitcom. Só assisto novela e jornal.

Dr. Jay entrega uma colher com o remédio:

— Toma seis ml e assiste “O Gordo e o Magro”. É receita clássica contra cara fechada!

Dona Harmenia toma o remédio, faz uma careta e logo emenda:

— Você emprestaria o enfermeiro Maicon pra me fazer companhia?

Dr. Jay cruza os braços, ciumenta:

— Sou possessiva, Dona Harmenia. Meu humor aqui não pode mudar — é ordem do hospital!

Dona Harmenia dá uma risadinha:

— Charlie! Cadê você, gatão?

Maicon toma um gole de café, pensativo:

— Não se faz mais humor como antes…

Dr. Bean aparece com sua maleta e expressão séria:

— Concentre-se, Maicon. Temos muitos pacientes para atender. E nunca esqueça: piadas clássicas sempre ajudam a mudar o humor de um paciente.

Maicon acena com a cabeça:

— Pode deixar, Dr. Bean.

De repente, Dr. Jay surge no corredor, com olhar ciumento:

— Maicon, larga a loira e vem aqui!

Maicon aponta para o manequim de enfermagem com peruca loira:

— Ela é só a boneca pervertida do Charlie…

Dr. Jay cruza os braços:

— Mesmo assim, tenho ciúmes. Vai que você acostuma e gosta mais dela do que de mim. Vamos namorar um pouco!

Dr. Bean interrompe, sem perder o tom:

— Vão namorar depois do expediente. Acabaram de chegar dois mal-humorados direto do bar!

Dr. Jay suspira:

— Estou vendo que hoje está complicado…

Maicon já se levanta, ajeita o jaleco e responde:

— Já estou indo, Dr. Bean!

A enfermeira Roche, irmã gêmea de Rochelle, estava virada de costas, com postura atraente no corredor do hospital.

Julios passa e, sem perceber quem é, comenta:

— Rochelle, assim eu perco o juízo dentro desse hospital...

Ele se aproxima e dá um tapinha carinhoso no bumbum dela. Slap!

— Ai, seu danado! Sou eu, Roche... sua cunhada!

Julios arregala os olhos, sem graça:

— Caramba, Roche! Faz de conta que nada aconteceu... de costas, você é igualzinha à Rochelle!

Roche sorri:

— Claro, Julios. Somos gêmeas!

Julios tenta disfarçar, sorrindo:

— Desculpa... tenho paciente pra atender!

Nesse momento, Dr. Rochelle aparece, curiosa:

— Que houve com o Julios, minha irmã?

Roche responde, rindo:

— Está ruim das vistas, Rochelle...

Dr. Rochelle cruza os braços:

— Ah, se ele tiver esse comportamento com alguma outra enfermeira nesse hospital...

Dr. Bean surge com sua maleta, interrompendo:

— Olha o mau humor, Dr. Rochelle!

Ela sorri, tentando manter a pose:

— Estou com bom humor ainda... só não prometo manter se ele continuar confundindo gêmeas!

Episódio 4: Conquista Barata

Charlie está sentado na cadeira do consultório, observando o paciente Sr. Manoel, que tenta esboçar um sorriso.

— Sr. Manoel, qual foi a última vez que o senhor viu a Carmelita da Playboy?

Sr. Manoel olha para o teto, pensativo:

— Década de 1930... aquilo sim era um mulherão!

Charlie balança a cabeça:

— Hoje em dia o senhor não vê mais dessas...

Sr. Manoel suspira:

— Fisicamente, não faz tempo que está enterrada.

Charlie arregala os olhos:

— Que dureza, Sr. Manoel...

Sr. Manoel dá uma gargalhada alta:

— Haaaa!... Sim, meu camarada!

Maicon aparece no corredor, chamando Charlie com urgência:

— Ei, Charlie! Dona Amélia está séria demais...

Charlie levanta a sobrancelha, pensativo:

— Será que está triste... ou carente?

Maicon coça a cabeça:

— O que poderia resolver isso?

Charlie sorri, pega um batom e uma escova de cabelo:

— Hoje é o dia! Seu Manoel vai dar uma cantada pra sua futura namorada. Vamos preparar a estrela das conquista !

Vivian observa Sr. Manoel, agora bem arrumado, com cabelo penteado e camisa passada.

— Nossa, como o senhor está bonito, Sr. Manoel!

Ele sorri com orgulho:

— Na idade do Charlie, minha filha, eu catava mais mulher que ele!

Vivian ri, surpresa.

Sr. Manoel continua:

— Eu era o garanhão! Catava pin-up, até modelos da Playboy... uma delas, inesquecível: Carmelita. Ela dizia que eu era irresistível!

Maicon, ouvindo de longe, comenta:

— Esse coroa arrastava corações!

Dr. Jay aparece, sorrindo com leve desconfiança:

— O que vocês estão aprontando aí?

Charlie entra na sala com um buquê de flores e responde com seu charme habitual:

— Unindo o útil ao agradável, Dr. Jay... o amor e os sorrisos são parte do tratamento!

Charlie,Julios e Maicon estava de mariachi para serenata,charlie queria provar tudo era possivel para o amor e garantir pontos como futuro dr.charlie com Dr.bean.

seu manoel chega Olá senhorita essas flores é para senhora

Dona Amélia observa

ela se vira essas flores não são do cimitério está cherando a velas

Seu Manoel cheira

esquece as flores você senhorita é linda como uma amora não quer namorar comigo

Dona Amélia ela sorri começa pelas fruta depois não gostou joga fora

os dois dão gargalhadas Haaaaaa!....

Charlie Julios e Maicon Amores e risos paixão encontro de um só coração

Dr. Jay estou vendo mais casos acontecer como esse

Dr. Bean marca na prancheta 5 pintos Charlie Harper pois nesse hospital tudo se combina Ha!... Ha!... Ha!....

Episódio 5 Final: A Mordida do Cachorro Sem Graça

Alan entra no hospital latindo alto:

— Au!... Au!... Au!... — e ainda mostra a língua para os pacientes.

Charlie observa, confuso:

— Nunca vi o Alan ser um cachorro tão sem graça... Cachorro por si só já é engraçado!

Dr. Jay se aproxima:

— Leva ele pra assistir “As Risadas do Cachorro Rabugento”. Vai que ajuda...

Dr. Jay aplica o soro da alegria com urgência.

— Maicon, rápido! Aplica a dose!

Maicon pega a seringa:

— Pode deixar, Jay... Caramba, ele dormiu!

Julios entra na sala, preocupado:

— Isso não é o sonífero do riso que você aplicou?

Maicon coça a cabeça:

— Se for o errado, ninguém vai querer ficar perto... o mau humor vai pesar no ar!

Dr. Bean observa o paciente e comenta com seriedade:

— Deixa eu examinar esse aqui... Duas doses do “Acorda com Sorriso”, enfermeira Roche!

Dr. Rochelle entra na sala e lança um olhar direto para Julios:

— Julios, por que você admira tanto a Roche? Tá com essa cara de cachorro lambido...

Julios se atrapalha:

— Nada não, amor... quer dizer, Dr. Rochelle... é que eu ainda tô imaginando umas coisas aqui...

Dr. Rochelle cruza os braços:

— Que coisas, Julios?

Julios se esquiva, ajeitando o jaleco:

— Socorrer! Socorrer os pacientes! Com licença!

Ele aponta para o paciente desacordado:

— Esse aqui precisa da dose “Acorda Sorrindo”... pra voltar à vida com alegria!

Horas depois...

Alan desperta lentamente na maca, piscando os olhos:

— Onde estou?

Charlie, ao lado, sorri:

— Uma dose e já acordou assim... rápido no gatilho!

Dr. Bean se aproxima com sua prancheta:

— Logo ele vai sorrir...

Alan dá um sorriso meio torto, ainda grogue:

— Haaaaaa!...

Charlie segura a mão do irmão:

— Esse é meu irmão, Alan. Espero que esteja melhor.

Alan coça a cabeça:

— Nossa... me senti tão sem graça...

Charlie dá de ombros:

— Essa é a vida, Alan. Nem sempre estamos no modo bom humor... mas a gente tenta.

Dr. Bean aponta para o soro:

— Deita, garoto. Vai tomar mais uma dose do “Soro da Alegria”. Enquanto isso, vou terminar de assistir meu stand-up.

Charlie se levanta:

— Pode ir, Dr. Bean. Eu, como irmão mais velho, vou ficar de olho nele.

Dr. Bean sai da sala rindo:

— Nesse hospital, até cachorro sem graça vira piada de encerramento!]



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